sexta-feira, março 02, 2007

To cansada de pensar em titulo... Mas um em tópicos...

- Dinheiro! Dinheiro! Vontade de quebrar os dentes de quem diz que não traz felicidade! Ele manda comprar!

- To sozinha em casa de novo, ao menos até segunda.

- Essa semana ta um sol que é uma lua, semana passada na praia choveu... Inferno astral? Imagina, essas coisas nem existem!

- E que calor é esse? Preciso desesperadamente de inverno, frio, gente elegante, taças de vinho, lareira e uma bela companhia pra tudo isso.

- Carlos Spinelli, tu pelo visto não tem blog, e não deixou e-mail, então agradeço aqui os comentários carinhosos.

- Confiança. Às vezes é difícil ter, às vezes é difícil transmitir.

- “Eu posso, você não pode...” Ta ai uma coisa que nunca ninguém vai me convencer.

- Tem tanta coisa que queria escrever, mas não posso. Não sei, não me sinto mais livre pra escrever aqui o que me dá na cabeça.

- "Que coisas são essas que me dizes sem dizer, escondidas atrás do que realmente quer dizer?Tenho me confundido na tentativa de te decifrar, todos os dias. Mas confuso, perdido, sozinho, minha única certeza é que de cada vez aumenta ainda mais minha necessidade de ti. Torna-se desesperada, urgente. Eu já não sei o que faço. Não sinto nenhuma outra alegria além de ti.Como pude cair assim nesse fundo poço? Quando foi que me desequilibrei? Não quero me afogar. Quero beber tua água. Não te negues, minha sede é clara." Caio Fernando Abreu

- Ontem à noite, acordei e estava passando no SBT um filme ou seriado (eu estava sonolenta), onde a última cena era uma mulher prendendo um cara, num dia de sol com chuva e uma pá de gente olhando. Tocava no fundo uma música conhecida (em inglês, e eu já confessei aqui minha ignorância total nesse tema), sobre chuva em um dia de sol. Alguma alma caridosa assistiu isso e sabe me dizer que música é aquela?

- Falta de sexo sobre pra cabeça?



"O que eu espero senhores, é que depois de um razoável período de discussão, todo mundo concorde comigo." Winston Churchill





PS: Volto mais tarde com algo descente de se ler

quinta-feira, março 01, 2007

Eu já disse?


Eu já disse o quanto eu sou um poço de instabilidade? E o quanto eu queria ser paciência quando sou agonia e o quanto queria certeza quando sou dúvida? Eu já disse o quanto eu nunca sei ser satisfeita com nada que eu tenho? E o quanto à possibilidade de mudança é pra mim um perigo constante? Eu já disse o quanto meu coração bate forte em situações de inusitado e de algo desconhecido? Já disse que às vezes eu canso de falar e parece que as palavras me faltam mesmo quando eu continuo aqui falando sobre algo que nem eu sei se é ou se pode ser? Eu já disse que minha verborragia é insegurança? Eu já disse que acho que tua boca faz bico mesmo quando você tá sério? E convenhamos que boca! Eu já disse que meu desdém é admiração? Eu já disse que minha extroverção (essa palavra existe?) é timidez? Já disse que tenho medo? Eu já disse que quero não querendo e que geralmente não querendo eu quero? Eu já disse, que contigo, minha mente pensa mais do que minha boca fala? Eu já disse que meus “enfins” são só “poréns”, meus pontos finais são apenas vírgulas, meus “nãos” são “sins”... Já? Já.



Inspirado e adaptado de um post dessa moça.

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Invisível - O post deletado

Vem, pega esse maldito avião e vem logo encurtar essa distância. Vem me abraçar, me beijar e sussurrar sacanagem no meu ouvido. Vem me despir inteira, me arrastar pra cama e passar horas intermináveis comigo. Vem me amar, vem mandar em mim (só na cama ok?), vem arrepiar meu corpo, suar minha pele e descompassar minha respiração.

Vem, pega logo esse avião, ta esperando o que? Vem logo pros meus braços. Te abraçar forte e te dizer olhando nos teus olhos que você não volta mais. Vem calar minha insegurança, vem espantar os fantasmas que tenho, vem me chamar de boba por cada crise de ciúmes. Vem me mostrar que realmente você não se importa com tudo aquilo que me tira do sério. Ou melhor, vem me tirar do sério por bons motivos.

Vem que eu quero beijar essa sua boca bem desenhada, que quero te encher de sorrisos intermináveis, que quero tocar teu corpo, mas enxergar a tua alma. Vem pra que eu possa te mostrar que naquela soma que fazes eu acho o mesmo resultado. Porque preciso te mostrar que tenho o fôlego pra subir a ladeira e até te puxar por um pedaço do caminho. Porque eu preciso de você agora, aqui, pra me colocar no colo (e esquece, pois não vou ficar quietinha), beijar minha nuca e me mostrar que é realmente meu.

Vem, pega logo esse avião porque meu coração ta pequeno e apertado de vontade, porque preciso de você aqui para expandi-lo. Vem logo porque meu corpo esta ardendo. Vem?

Quem sabe assim, na ilusão de quem ninguém lerá, eu possa te dizer tudo isso...

Hipe! Hipe! Urra!!

Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade.
Escolho os meus amigos não pela pele nem outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito ou os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero o meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco!
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e a outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto.
E velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos.
Nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão estéril.

Oscar Wilde

Essa amiga com certeza escolhi pela loucura. Uma louca tão igual a mim. Que entende, porque também vive isso, o que é ter um amor e não querer-lo de volta. Que não condena nenhum ato surreal meu, pois ela mesma seria capaz de comete-los. Que gasta horrores em conta telefônica, pois quis o destino que morássemos longe. E se morássemos perto viveríamos bêbadas e roucas! A pessoa que tem a gargalhada mais gostosa e mais longa que eu conheço.

Louca de pedra. Como eu. Verdadeira ao extremo. Como eu. Acho que por isso a amo (sim amo, declaração de amor rasgada e explicita). Porque ri comigo, porque sei que pode chorar comigo (se bem que a gente fala tanta coisa que chorar vai ser difícil). Encontro de almas. Irmã gêmea separada na maternidade e criada longe. Assim é ela. Metade loucura, metade santidade. Nem seu gosto por vestidos de oncinha me abala! Mas as sandálias de salto de acrílico transparente eu mandei ela jogar fora, era demais pra minha cabeça!

Então, todos dando muitos vivas \O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/ a essa louca maravilhosa!

terça-feira, fevereiro 27, 2007

Deletado

Post deletado
Me sentindo completamente idiota
Isso que dá acreditar em contos de fadas

Um ninuto de verdade...

Eu minto pra mim mesma, eu me engano. Melhor do que ser enganada por alguém. Eu digo que não te quero mais, e repito isso de forma automática o dia todo. Uma espécie de mantra. Porque tenho que manter a pose. Porque tenho que ser fodona. Porque todo mundo espera esse meu ar blasé de quem não se importa se agora, nesse exato momento, você esta teprando com outra na cama, no quarto que eu escolhi. Porque eu digo que de nós dois você perdeu mais (talvez sim, talvez não), porque não me merecia, não merecia o amor que te dava, ou que tentava te dar, já que você sempre teve esse ar frio, auto-suficiente. Porque não mereceu quando tentava preservar a tua individualidade. Porque não mereceu nenhum dos meus recuos de olhar o teu celular enquanto você tomava banho. Você merece o que tem hoje, essa mulher, que atende teu celular e decide a tua vida. Essa mulher que trepa com você numa cama escolhida por outra, que deita a cabeça no travesseiro que eu comprei pra mim, justamente por não gostar de dormir naquele teu travesseiro mole demais. Uma mulher que não se importa de armar barracos em via pública. Estranho que você esteja hoje com uma pessoa que tem todos os defeitos que você odiava. Uma pessoa completamente oposta de mim. Com certeza deve trepar muito bem. Mas eu também trepo bem. Então não entendo. Por não entender é que visto essa armadura de que está tudo ótimo, de que você passou e não tem mais nenhuma importância pra mim. Por isso minto pra mim. Mas tem aquele momento do dia, aquele milésimo de segundo em que a verdade aparece na minha frente, em que sou obrigada a reconhecer, que muito disso é despeite meu. Pois só aprendi a deixar e não a ser deixada. Pois sou eu que machuco, não que sou machucada. Pois sempre fui eu que fui, e não eu que ficava.

Eu não sou fodona. Nem um pouco, apenas me faço, da porta pra fora.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

De volta ao mundo real...


- Voltei. Domingo fez um dia lindo e hoje ta um sol do caraleo. Hunft.

- Vou colocar todos os comentários em dia, prometo, apenas tenham paciência.

- As coisas aqui no escritório estão quentes. Vão realmente bloquear o MSN (alias obrigada pelas dicas, assim que fizerem a merda eu vejo se funciona). Batatas estão assando por aqui e eu to sem a mínima vontade de ficar sorrindo feito égua;

- Humor do cão!

- Volto pra academia semana que vem, fechando a boca desde já. Desesperadamente precisando emagrecer.

- Nada de surfista. Alias, eu nem sei porque esse papo de surfista. Não gosto da categoria. Aquela coisa de ficar sentada na areia horas a fio, faça chuva ou faça sol, esperando o ser desgramado voltar do mar, não é meu lance. Prefiro um intelectual (simpático, charmoso, moreno, alto, forte...), que no máximo iremos compartilhar livros e uma bela taça de vinho.

- Se eu não gostasse tanto de p*, eu virava lésbica. É sério!

- Ando estressada. Sei lá. Talvez algumas ausências, talvez ver gente que prega uma coisa e faz outra, tudo ta me tirando meio do sério.

- Por mais que se tente tem coisas que é difícil esquecer.

- Não tirei uma foto minha nas férias. Não gosto de fotos, e sem ter quem tirar de surpresa não tem nenhuma. Em compensação do Bernardo têm várias!

- Estou meio sem ter o que falar, pois apensar de ter sido bom pra descansar, mudar de ares e ver caras diferentes, não aconteceu nada de especial na minha ausência. E as outras coisas que gostaria de falar, são direcionadas a pessoas, provavelmente roles papos no msn...

- Minha mãe voltou pra casa, apesar de ser mais prático com ela em casa, estou com saudades de ficar sozinha. Gosto de estar eu comigo mesma.

- Será existe Tensão Pós Menstruação?

- Alguns comentários que ando lendo por ai estão me chateando. Para um bom entendedor, meia palavra basta.

- Sei que vocês esperavam alguma coisa mais interessante pra ler na minha volta, mas pra isso preciso sentar e escrever com calma, Mas calma é coisa que hoje esta sendo impossível.

- Bernardo não voltou comigo da praia, voltou com o pai dele que estava de passagem por lá. Fiquei com o coração apertado.

- Uma das coisas que mais me tiram do sério é gente que se acha O BOM. Ainda mais quando essa criatura é teu visinho de banco, na volta da praia, que simplesmente sem você nem ter olhado na cara, começa a discursar sobre política, miséria mundial, e crises. Falou tanta merda que quase perguntei se era político. Claro que depois de 20 minutos de monólogo tive que lançar mão da minha educação de lady.

- Onde foi que se esconderam os homens bonitos? Cada bichinho na beira da praia, que eu tinha até pena... (não que eu seja lá um exemplo de beleza, mas nem precisavam me achar bonita eu só queria refrescar os olhos).

- Já enchi muita lingüiça. Quem sabe amanhã não tem algo decente pra ler por aqui...

Até pessoas!

sábado, fevereiro 24, 2007

Direto do barco...

Isso não é um post, isso não é uma volta, é só alguém matando tempo em uma lan (claro que tive que quase pegar um barco pra chegar aqui). Poisé vida de pobre é algo!! Bem eu até que tentei achar um surfista gato e vagabundo mas parece que eles estão escondido em casa jogando cartas (e eu nem fui convidada pro streep poquer!!!), Pois é de 7 dias aqui só vi o mar 1 dia e meio, e sim, mesmo com essa mereca de tempo eu estou um camarão!!! Com certeza amanhã quando eu estiver no ônibus, deve abrir um sol maravilhoso, mas tem surfista que mora no asfalto, então é minha esperança, pois já que é vagabundo, deve voltar de ônibus.... hahaha

Bem, não tive dias magnificos de sol, mas o que eu li, o que comi e o que bebi... Nem tudo é perfeito, então volto sem surfista e sem sol...

Segunda apareço por ai!

Mila, valeu pelo secretariado, mas claro, vc lucrou, fez até marketing por aqui... Mas depois a gente ve esse pagamento...

Beijos a todos

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Aviso!

Pessoal, a Jana ainda não montou o escritório na praia, embora todas as evidências indiquem que ela fugiu ou largou tudo por um surfista gato e vagabundo (até porque, ninguém é perfeito. Ou se é rico, ou bonito, ou bom de cama, ou trabalhador. Difícil tudo isso num cara só, vocês sabem disso).
Enfim, vim aqui só pra avisar vocês que ela volta na segunda. E também, é claro, aproveitar pra passar o link do MEU blog (ou vocês acham que o serviço de secretariado executivo é na faixa?). Pois é, enquanto ela não volta, vocês se divertem por lá.

www.onelastcigarette.blogspot.com

Beijos,

Mila

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Vamos a la praia...




Eu to indo.
Volto dia 26.

Ou não

Pois ontem ouvi um papo do chefe com um técnico que após o carnaval vão bloquear o acesso ao orkut e ao msn, não duvido nada que incluam blogs nessa restrição. Nem to puta, povo não tem mais nada pra implicar. Claro isso é uma multinacional importantíssima onde as pessoas trabalham muito, recebem melhor ainda e não tem tempo nem de respirar... Sem comentários sobre a minha felicidade. Alguém ai conhece aqueles esquemas pra burlar esses softwares que querem destruir a nossa felicidade?

Bem deixo pra me preocupar com isso quando voltar (mentiraaaaaaa!).

Vou lá, pegar sol, fazer festa, matar a saudade de uma boa caipirinha e no carnaval ir atrás do bloco dos meninos sarados!
No meio de tudo isso eu pretendo descansar!

Beijos pra quem fica! E não chorem de saudades!

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

101 Coisas

Algum tempo atrás escrevi 101 coisas sobre mim, vocês pode conferir aqui, tanto a idéia original com a idéia do repeteco foram roubadas dela. Então está ai mais coisinhas sobre mim.

1. Nasci em 25 de março, mas minha certidão de nascimento consta 25 de abril;
2. Voltei a fumar há 6 meses depois de quase dois anos;
3. Consigo suportar a dor;
4. Mudei de religião, em junho do ano passado;
5. Meu manequim é 40;
6. Quero ser cremada, uma parte das cinzas joguem no mar, outra façam uns patuás e distribuam aos amigos;
7. Meu número preferido é 7 – o infinito;
8. Tenho uma pulseira com o símbolo do infinito;
9. Raramente confesso minhas fraquezas;
10. Nasci numa madrugada de um domingo em 79, minha mãe, que não podia mais ter filhos, quase morreu;
11. Quando tinha 10 anos me perdi durante 2 dias com meus primos na fazenda;
12. Sempre fui boa aluna;
13. Uma grande frustração foi ter amamentado o Bernardo apenas 30 dias;
14. Não sou fotogênica;
15. Tenho paladar infantil;
16. Quero uma piscina de bolinhas pra mim;
17. Adoro parque de diversões, mas odeio circo;
18. Digo que não gosto de comemorar aniversários, mas é mentira;
19. Nunca tive uma festa surpresa;
20. As pessoas me irritam facilmente;
21. Quero as coisas sempre a meu modo;
22. Confesso que tenho um gênio do cão;
23. Minha mãe e eu divergimos em pontos importantes;
24. Apesar de me fazer de desentendida, sei tudo que acontece a minha volta;
25. Se me chamarem pelo nome, acho que estão bravos comigo;
26. Não sei arrotar;
27. Me acham forte, mas isso é só fachada;
28. Prefiro fazer a mandar fazer;
29. Os problemas dos meus amigos são meus problemas também;
30. Adoro o Jô Soares, mas achei todos os livros dele chatíssimos;
31. Paulo Coelho pra mim, é uma fraude;
32. Tem dias que simplesmente não funciono;
33. De cartas só sei jogar pife e canastra;
34. Adoro supermercados;
35. Adoro jogar general;
36. Detesto caminhar;
37. Não suporto gente que levanta bandeiras, que vivem a filosofia do “carpe deam”, que não chutam o balde nunca;
38. Falo sempre o que penso, e não tenho problema em ouvir o que não gosto;
39. Não suporto indiferença, não sou indiferente a ninguém, me ame ou me odeie, prefiro assim;
40. Não acredito em felicidade eterna;
41. Sou vingativa;
42. Já joguei sujo e jogaria novamente se fosse preciso;
43. Odeio cozinhar, apesar de saber;
44. Não vivo sem comida japonesa uma vez por semana;
45. Bebo como homem;
46. Entre trabalhar com mulheres ou homens, prefiro homens;
47. Se não gosto de alguém não consigo disfarçar;
48. Normalidade é relativo;
49. Defendo as minhas opiniões até o fim, ou até, sozinha, mudar de opinião;
50. Não sou influenciável;
51. A pior traição é a dos princípios;
52. Lealdade é muito mais importante do que fidelidade;
53. Sei meus números de documentos de cabeça;
54. Tenho muitos conhecidos e poucos amigos;
55. Perdôo, mas não esqueço nunca;
56. Não suporto sertanejo, axé e pagode;
57. Gosto da Alcione e do Fábio Júnior;
58. Daria pro Marcelo Antoni e pro Matthew McConaughey facinho, facinho;
59. Cresci ouvindo Chitãozinho e Chororó, acho que por isso odeio tanto eles;
60. Não acho Roberto Carlos brega;
61. Amo comer cerejas em calda com fios de ovos;
62. Minha cor preferida é azul;
63. Queria ganhar na Mega Sena, mas não jogo nunca;
64. Sou consumista, adoro uma loja;
65. Sofro de insônia;
66. Não tenho problema em emprestar roupas, sapatos...;
67. Mas, a não ser que esteja na minha seleta lista, não me peça livros emprestados;
68. Amizade pra mim não se qualifica pelo tempo;
69. Só peço desculpas se realmente estiver errada, mas não tenho problemas com isso;
70. Meu pai não sabia ler nem escrever, mas sabia ganhar dinheiro;
71. Depois que meu pai morreu meu nível financeiro caiu vertiginosamente;
72. Nunca morei de aluguel;
73. Meu carro me faz imensa falta;
74. Fui uma adolescente pá virada;
75. Minha infância foi maravilhosa;
76. Acho preconceito a coisa mais boçal do mundo;
77. Tem coisas da minha vida que ninguém sabe;
78. Vou fazer mais duas tatuagens;
79. Não tenho paciência com crianças, nem com a minha;
80. Nunca subestime a minha inteligência;
81. Tenho um amor que nunca vou esquecer, mas isso não quer dizer que o queria, e não espero que ninguém compreenda;
82. Guardo quinquilharias do meu passado;
83. Pai do Bernardo é um verme, não fede nem cheira;
84. Desço do salto se precisar;
85. Por amor, acho que ainda seria capaz de algumas loucuras;
86. Tenho guardado a participação que saiu no jornal do meu futuro casamento, que nunca aconteceu;
87. Sou desconfiada com quem não conheço;
88. Aprendi a usar lentes de contato recentemente;
89. Acredito que tenha TOC, tem coisas que preciso fazer religiosamente;
90. Não tenho frescuras e odeio gente fresca;
91. Simplesmente não consigo conversar com quem fala miando;
92. Nunca em minha vida me verá de cabelos loiros, simplesmente não combina comigo;
93. Este ano irei fazer duas plásticas;
94. Sempre que começo algo termino;
95. Nunca deixei de fazer nada em função de alguém;
96. E hoje só deixaria em função do Bernardo;
97. Nado mal, o suficiente pra não me afogar;
98. Adoro os gibis da Turma da Mônica;
99. Odeio música eletrônica e não penso em colocar meus pés numa rave nunca;
100. Às vezes procuro cabelo em ovo;
101. Às vezes procuro sarna pra me coçar;

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Só coisa inútil...



- A bermudinha do meu pijama hoje pela manhã, quando fui recolher a roupa meio dormindo, caiu to telhado da área da vizinha que me odeia e vice versa. Ou seja, ou arrumo uma vara de pescar pra pegar a tal, ou compro outro pijama (eu tenho outros, mas gostava daquele pô), ou vou dormir pelada o resto da minha vida!

- Bem, preparando vocês psicologicamente. Saio na sexta feira e só volto segunda pós feriado. Praia. Uma semana apenas. Que seja o suficiente pra tirar a cor de parede de escritório.

- Sexta vem uma menina pra treinamento. Ficar aqui nas minhas férias. E eu sem a mínima paciência pra ensinar a infeliz. Ainda mais na sexta feira. Jesus me chicoteia!

- O que era o desespero da menina ontem no BBB (não, eu nem assisto, tava passando no boteco ontem : P) quando o pseudo-namorado saiu do programa? Menos de um mês de envolvimento e o povo já ama como se fosse morrer. Será que to virando um ser insensível e sem coração?

- Sabe aquela sensação de estar na vitrine de uma confeitaria com água na boca pra comer o doce e não ter grana pra comprar? Pois então, assim to eu...

- Inicio da semana tive insônia, então eram 4 da manhã e eu estava fuçando em umas caixas, e aquele velho ditado “quem procura acha”, caiu de sola. Escondemos tantas coisas de nós mesmos, pra serem vistas “no dia que estiver preparada” e de repente tudo despenca na nossa cabeça. Ai que não dormi mesmo!

- Mas além do meu passado na cabeça, caiu também um vestidinho jeans que não sabia onde havia socado, e incrivelmente ele serve em mim! Ok que não sou mais um ser adolescente pra andar de vestidinho hiper-mega-super-ultra curto, mas eu vou pra praia, e lá eu posso!

- “Talvez tudo isso seja apenas falta de sexo”, me disse uma amiga ontem no boteco... Será? Pode ser, pode ser kkkkkkkkkk


E pra ninguém dizer que nesse corpo não tem cultura, estou lendo:

"O ímpeto de crescer e viver intensamente foi tão forte em mim que não consegui resistir a ele. Enfrentei meus sentimentos. A vida não é racional; é louca e cheia de mágoa. Mas não quero viver comigo mesma. Quero paixão, prazer, barulho, bebedeira e todo o mal. Quero ouvir música rouca, ver rostos, roçar em corpos, beber um Benedictine ardente. Quero conhecer pessoas perversas, ser íntima delas. Quero morder a vida e ser despedaçada por ela. Eu estava esperando. Esta é a hora da expansão, do viver verdadeiro. Todo o resto foi uma preparação. A verdade é que sou inconstante, com estímulos sensuais em muitas direções. Fiquei docemente adormecida por alguns séculos e entrei em erupção sem avisar." Anais Nïn

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Classificados

Precisa-se: de um milagre, de um carro, de várias cifras na minha conta bancária, de vitamina c, de uma faxineira pra dar um jeito na casa, de atenção, de cor, de borboletas no estômago, de um paracetamol, de abraço apertado, de amigos perto, de beijo na boca, de uma massagem, de paz, de um café bem forte, de boa companhia, de algo novo, de frio na barriga, de um corte de cabelo, de pés e mão feitos, de muitos quilos a menos, de uma noite inteira de sono, de dançar até não sentir mais os pés, de água de coco, de balanço de rede, de sushi e sashimi, de livros, de chocolate, de cafuné, de uma pintura no apartamento, de roupas novas, de um perfume novo, de muito sexo, de uma caixa de lápis de cor e de alguém disposto a pintar meu coração, de banho de chuva, de rir até doer a barriga, de colo, de algum esquecimento, de uma surpresa, de encantamento, de algumas certezas, de uma virada de 180°.


*Idéia roubada de um post antigo dela


segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Amor descartável!

Não, eu não me contento com 10%! Isso é coisa que se dá à garçom por bom atendimento. Eu não estou prestando atendimento algum. Não estou aqui pra servir e agradar. Na verdade faço questão de nem agradar muitas vezes. Não sou escada. Não sou descartável. Não sou tentativa. Não sou o “eu posso vir a sentir...”. Não tente me amar por simplesmente precisar desesperadamente amar alguém. Ou pior, pra esquecer alguém. E sobre tudo, já disse, não subestime a minha inteligência. Ou sinta ou não sinta. Sei ver as palavras quer não me são ditas. Não sou areia pra tapar buraco dos outros. Minhas próprias feridas curo sozinha. Sem que ninguém assopre. Então não espere que eu assopre as suas. Não enfio o dedo na ferida também. Mas já venha com elas cicatrizadas. Ninguém é chave de salvação. E eu não sou. Pra que me querer, tem que querer só a mim. Alguma reclamação, entre em contato com o SAC.


Ah! Desculpe, também não prestamos esse serviço.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

A quem interessar possa...

Se você quer estar comigo tem que estar por inteiro. Se você quer vir tem que vir com tudo. Nada de meia boca, nada de cuidado. Entra de sola. Mas tenha certeza disso. Do que quer. E não me use. Não pise nos meus calos. Porque eu vou lá e te esmago. Assim como amo, odeio na mesma proporção. Escreve palavras que sejam pra mim. Ao menos no começo. Até me sentir segura. Não me deixe um pingo de dúvida. Pois entre a vontade de arriscar e o medo de me machucar. Eu ando fugindo. Mas antes de tudo, tenha certeza de suas escolhas. Depois a gente não tem como voltar. Não gosto de jogos. Mas sei jogar. Geralmente acredito no que me dizem. Aqui pode estar a tua gloria ou a tua perdição. Se for pra ser sincero, nos encontramos depois da curva. Se for pra jogar, eu só jogo pra ganhar.

Escrevo


Escrevo antes de tudo pra mim, porque meu cérebro entope, porque meu estômago embrulha, e eu vomito. Vomito coisas sem nexo, sem parâmetros e sem explicações. Algumas com tempo e espaço definidos, outras apenas divagações, desejos, alma expressa.

Tenho fases verborrágicas. Não estou aqui pra salvar o mundo, pra salvar vocês, pra alegrar ou entristecer alguém, estou tentando apenas me salvar do meu vômito quente. Ou então me perder nele.

Falo sobre utopias, sobre surrealismo, sobre fatos, sobre vontades, sobre acontecimentos, e ao menos que eu deixe isso claro, ninguém tem como saber do que estou falando. Escrever é de certa forma um ato egoísta, pois temos o controle, pois damos ou tiramos informações, por ora nos doamos mais, ora gozamos sozinhos. Nem tudo é exatamente da forma como descrito, nem tudo acontece no mesmo segundo que você esta lendo. Nem tudo é realidade. E nem tudo é ficção.

Cada um interpreta o que lê da forma que lhe cabe, de acordo com suas experiências, de acordo com seus princípios. Minha vida é uma obra aberta, com direito a muitos sonhos, muitos enfeites e muitas coisas não ditas. Onde me dou o prazer de me perder em devaneios e pensamentos. Me dou a liberdade de sonhar abertamente, de expressar vontades e desejos como algo concreto, como realidade já vivida. Não tentem me situar (e muito menos minhas palavras) em tempo e espaço. A não ser que eu faça isso.

Talvez seja apenas um sonho. Daqueles que se tem medo de acordar.

"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..." Clarice Lispector

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Pra você...



Essa coisa de escrever da gente, sobre nós, me trouxe preocupações. Já temos um nós? Em que momento o “eu e tu” se perde em palavras, sentimentos e sensação, em que momento passamos a conjugar juntos, a pensar juntos, a querer juntos? Não sei. Talvez venha, a saber, com você, talvez não. Mas sei que você foi com uma brisa leve, bem lá dentro. Aquele frio no coração. Não na barriga, coração, bem mais intenso.

Loucura acreditar nisso? Meu lado racional grita desesperadamente dentro de mim pra sair correndo agora daqui. Mas aquele lado que passou tempo adormecido sussurra que devo ficar, que devo ir, um sussurro tão baixo, tão baixo... Mas que eu me esforço pra ouvir. Porque no fundo eu quero. Cedo demais? Arriscado? Mas você sabe, é oito ou oitenta. Eu sei o que quero de você. O que quero com você.

Eu quero ser feliz. Você, como eu, sabe que, por melhores que sejamos, conseguimos boas doses de felicidade nessa vida quando estamos tentando dividir o melhor de nós com alguém. E deve saber também que poucas coisas na vida podem nos fazer sentir mais seguros do que achar alguém que conheça os nossos defeitos e nos ajude a usá-los a nosso favor; alguém que tenha paciência com os nossos maus dias; alguém que goste de viver e nos dê alegria; alguém que saiba reparar em nós o que ninguém mais vê; e alguém que nos faça morrer de desejo. É isso que eu quero de você. Que você me olhe, por todos os ângulos, em todas as curvas, em todas as poses. E em troca, eu olho pra você. E, quem sabe, nos olhando, possamos nos encantar... Até nos apaixonar.


E o que eu quero de você é que você se esforce para ser uma pessoa por quem eu possa me apaixonar e reapaixonar todos os dias; que você faça algo diferente que acenda mil vezes essa faísca; que você mostre pra mim algo que eu possa ver e admirar, mesmo que não seja algo que eu goste. E em troca, eu posso me esforçar também para ser alguém melhor e assim voltar a fazer você se apaixonar por mim. E, quem sabe, apaixonados, possamos seguir em frente.

Talvez eu seja chata e geniosa em alguns momentos. Em outros, posso falar demais. Em outros, posso não corresponder ao que você espera de mim. Em outros, posso parecer apática e triste. Posso precisar demais de você quando você não precisa de mim. Posso não querer fazer coisas que você quer que eu faça, ou querer de você coisas que você não quer fazer. Posso te deixar enciumado, posso te fazer sentir pequeno, posso te magoar. Posso ter sombras no olhar que você não entenda, posso querer voar quando você me quer no chão ao seu lado. Posso ter muito medo de algumas coisas, medos que eu não consiga superar. Posso esperar demais de você, atrasar, xingar, chorar. Posso não conseguir sorrir quando você precisar dessa luz. Tudo isso e muito mais pode acontecer. E nessas horas, o que eu quero é que você lembre que sou humana, e que estou tentando. E em troca, posso tentar te compreender sempre que você precisar, mesmo quando isso signifique eu esquecer de mim um pouquinho (só um pouquinho hahaha!). E quem sabe nos entendendo, cheguemos a nos amar.

E o que eu quero é que você mergulhe fundo em mim, que me conheça por inteiro, que me descubra, que me redescubra. Quero que me deixe mergulhar em você, ate o lugar mais fundo, o lugar inexplorado. Descobrir coisas suas, que ninguém chegou nem perto.

Quero que perceba que, às vezes, a minha carranca é proteção, minha extroverção (essa palavra existe???) é timidez, meu desdém é admiração, minha ausência manifesta saudade, meu pranto é alegria, minha alegria é fingimento, minha antipatia é precaução, minha verborragia é insegurança, meu silêncio é tristeza, meu isolamento é reflexão, minha falta de tempo é válvula de escape, minhas farras são apenas necessidade de afirmação, minha vaidade é baixa-estima, meus “enfins” são só “poréns”, meus pontos finais são apenas vírgulas, meus “nãos” são “sins”... Ou não! Talvez não seja nada disso! Quero alguém que entenda toda a antítese que eu sou, toda a confusão, a bagunça que há em mim e ainda assim me ame!


Quero um amor, maior que eu. Daqueles amores que marcam a pessoa, daqueles que não se esquece. Daqueles que entram pra história, mais forte que minhas manias, minhas filosofias, minhas cicatrizes. Um amor assim, pra ser forte, pra durar bastante, tem que morrer e renascer várias vezes. Precoce de mais falar isso tudo? Talvez. Mas antes de sair correndo, sem olhar pra trás, lembre-se que a idéia foi sua, aceite o risco. Eu levo a água e o açúcar.



“Na bruma leve das paixões que vêm de dentro,tu vens chegando pra brincar no meu quintal.No teu cavalo, peito nu, cabelo ao ventoe o sol quarando nossas roupas no varal.Tu vens... tu vens...Eu já escuto teus sinais.A voz de um anjo sussurrou no meu ouvido,E eu não discuto já escuto teus sinais,Que tu virias numa manhã de domingoE eu te anuncio nos sinos das catedrais...”

Oxigênio


Estou despressurizando. Preciso de oxigênio, pra me encher de algo, pra me dar ânimo, pra não me deixar morrer. Eu preciso de algo novo que me faça ver colorido. Lembra da história de estar bem sem estar amando? Balela, daquelas mentiras que a gente conta tentando enganar a gente. Eu tenho gente atrás de mim, não sou ninguém que anda catando pedra no asfalto, afinal, eu sou interessante, mas ninguém tirou meu centro, ninguém me virou de pernas pro ar. Eu preciso disso, alguém que não me seja apenas sorrisos, que não seja apenas corpo, alguém que seja alma também, que não seja raso, que queria mergulhar fundo, que me deixe mergulhar fundo. Gosto de profundezas. Eu morro se tiver que nadar no raso. Eu preciso de oxigênio! De alguém que me tire do eixo, que me de calafrios, que me acorde durante a madrugada e que eu não me deixe brava com isso. Mas que não me deixe morrer por falta de amor, por falta de paixão. Daqueles alguém, que me arrepiem o corpo, que me dêem taquicardia, que faça as minhas mãos suarem, que as palavras me faltem. Ando cheia de palavras, preciso de alguém que me roube à fala! Oxigênio por favor! Me puxe pela saída de emergência, e faça respiração boca a boca, se for o caso.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Aviso

Em caso de despressurização da cabine, máscaras de oxigênio cairão automaticamente...




terça-feira, fevereiro 06, 2007

Das lembranças inúteis...


Eu lembro de um carinha que fiquei em um carnaval da adolescência, não lembro o nome dele, mas ele era a cara do Charlie Sheen. Lembro de uma redação que fiz no primeiro grau, onde falávamos dos nossos sonhos, e lembro que meu sonho já mudou tanto de lá pra cá. Lembro de todos os números dos meus documentos (ok, isso é realmente útil). Lembro de algumas conversas, de alguns hiatos. Lembro do meu primeiro porre, na escada de um clube, debatendo incansavelmente que o hoje ainda não é amanhã e não importa que seja além da meia noite. Pra mimo hoje só é amanhã depois que eu durmo ou depois que amanhece (e isso é ate hoje!). Lembro do salva vidas de um verão passado (uii!!), apesar de não lembrar do nome e nem da cara, lembro dos braços (uiii de novo!). Lembro de cor alguns telefones de pessoas que nem falo mais, mas não sei os números de pessoas que ligo todo dia. Lembro do cheio de serragem que tem lá na fazenda, aonde eu não vou a mais de 10 anos. Lembro do primeiro feijão que plantei no algodão e de como chorei quando ele morreu. Lembro de uma professora que contornava a boca com um lápis preto e ficava ridículo. Lembro do meu primeiro sutiã, e apesar de não lembrar tenho guardado a minha primeira calcinha, rosa, cheia de babados (como uma criança conseguia se sentir confortável com aquilo? Meu trauma com calcinhas deve vir dai). Lembro de um chinelo velho e fofo que meu pai usava. E me lembro da minha primeira piscina de plástico. Lembro que fiz uma coleção de pedras (pedra da rua mesmo), mas não lembro onde ela foi parar. Lembro de ter tido uma insolação bem num ano que namorei um surfista. Lembro de ter comigo lesma e ter odiado e cuspido tudo (e o povo lá com cara de comida chic), assim como lembro que experimentei caviar e achei igualmente ruim. Sim eu não sou nada fina pra comidas. Eu lembro os lugares que causam arrepios em corpos que nunca mais vou tocar. E lembro de toques que não vou ter mais. Lembro de um porta retrato que tinha na casa da minha avó, onde tinha a fotos dos meus bisavós, mas não lembro da cara deles, só do porta retrato. Lembro que teve uma época que ficar acordada a noite toda não me destruia no dia seguinte. Só não consigo me lembrar pra que comecei esse texto, acho que na verdade só queria falar do carinha que fiquei com a cara do Charlie Sheen, porque me lembrei dele esse fim de semana.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Na fata de tempo... Uma historinha ilustrada


A pessoa sai de casa para um simples aniversário...

Ai ela come, e come, e come mais um pouco...

Ai ela bebe, bebe, fuma, fuma

Fica com cara de louca...



E resolve afogar o Santo Antônio na cerveja


Tsc... Tsc..

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

De (in) utilidade pública...


- Trident rosa. É deste que eu mais gosto.

- Quantas vezes já disse por aqui pra me lembrarem de não beber durante a semana? Quantas??? Pô! Vocês nem pra me lembrar de amarrar o barbante no dedo!

- Eu já disse que cara feia pra mim é fome né? Então vai lá matar o que te mata e esquece da minha vida!

- Cuidado! Quem tem telhado de vidro não joga pedras para cima!

- To cansada dessa minha vida de quase virgem.

- Essa é a primeira vez em muito tempo que não amar alguém esta me fazendo bem. Quero da delicia de sentir as coisas mais simples.

- Não ando tendo compromisso nem comigo mesma.

- Minha alma é feita de luz e trevas; nada de brumas. Ou faz bom tempo ou há temporal; as temperaturas variáveis são de pouca duração.

- Você sabe? Então me diga: - Aonde é a saída? Pode ser a de emergência

"Não ando perdida, mas desencontrada." Cecília Meireles

quarta-feira, janeiro 31, 2007

Pout pourri de assuntos


Feriado

Sexta é feriado, para os católicos Nossa Senhora dos Navegantes (padroeira aqui da city), para mim Iemanjá.

Iemanjá, Deusa da nação de Egbé, nação esta Ioruba onde existe o rio Yemojá (Iemanjá). Mãe da maioria dos Orixás é considerada a dona da maternidade, do casamento e família. Os filhos de Iemanjá são fortes, altivos, rigorosos, algumas vezes impetuosos e arrogantes, facilmente irritáveis, mudam de humor de um instante para o outro; são capazes de perdoar uma ofensa, mas não de esquecê-la. São sérios, maternais e preocupados com os outros. Amorosos, inteligentes, corajosas, sutis, elegantes. Seus filhos são imponentes, majestosos e belos, calmos, sensuais, fecundos e cheios de dignidade. As filhas de Iemanjá são boas donas de casa, educadoras pródigas e generosas. São possessivas e muito ciumentas. Têm o sentido da hierarquia, fazem-se respeitar e são justas, mas formais; põem à prova as amizades que lhes são devotadas.


Resoluções para 2007

Eu sei que não vou cumprir nada daquilo que escrevi. Mas quem disse que não posso ser utópica?


Livros

Li no fim-de-semana, O Caçador de Pipas, se não leram, vão ler agora. Simplesmente maravilhoso. Um livro sensível, que fala de nossas culpas e de como uma hora ou outra a vida nos colocará frente a frente com nosso passado.


Compras

Sabe quando você precisa urgentemente comprar algo? Eu preciso. Mas não sei ainda do que preciso. Só sei que preciso (sim! Mulher consumista). Queria ir pro shopping e torrar o limite do cartão (se ele ainda tivesse limite), torrar todo saldo do banco (se ele não tivesse no negativo), torrar todo dinheiro da minha carteira (se houvesse algum nela). Comprar para tapar um buraco. Felicidade momentânea. E a felicidade não é mesmo momentânea?

Tristeza X Felicidade

E ontem eu ouvi: “Mas e você? Ta triste ou ta feliz? Não te decidiu né. A gente só se arrepende daquilo que não fez. Ninguém é todo mau, nem todo bom. Vai, mas com um pé na frente, outro atrás e os dois fincados no chão. Porque da nossa vida apenas quem sabe é nós mesmos, ninguém absolutamente ninguém tem nada a ver com isso. Tudo que tinha que acontecer já aconteceu, então para de ficar na gangorra e decide se desce ou sobe”.

Então, enquando não tiver nada melhor pra fazer, eu to indo lá...

Trident de Canela

Como a vida é feita de detalhes. De coisas que fazemos ou deixamos de fazer sem perceber, mas que são ou eram tão essenciais. Ontem me dei conta que desde que você se foi eu parei de ter trident de canela na bolsa. Era seu preferido. Nunca mais comprei. Eu sempre comia o de canela, nem sei se é o que eu mais gosto. Então ontem eu comprei um pacote de trident de cada cor – rosa, azul, verde... – menos de canela. Esse gosto já saturou na minha boca.

terça-feira, janeiro 30, 2007

E para 2007…


Ele e Ela me mandaram essa encrenca, apesar de ter dito que não iria fazer... Tenho que dizer as minhas resoluções para 2007. Como não tenho saco pra essas coisas, vamos entrar nos devaneios.

As cinco top’s resoluções para 2007:

1. Parar de pensar no meu passado.
2. Apagar todos os meus fantasmas.
3. Deixar de ser tão complicada.
4. Achar respostas para pelo menos 1/3 das minhas dúvidas.
5 98% dos meus problemas são de ordem econômica, então achar uma forma de ficar com apenas 2% dos meus problemas.

Bônus:

1. Usar somente a minha razão durante esse ano todo.
2. Tentar ter mais paciência com as pessoas, principalmente comigo.
3. Virar páginas.
4. Rasgar páginas.
5. Parar de pensar tanto em coisas que não posso resolver.


Vou passar pra quem? Pra ninguém! Eu ando tão boazinha que até me assusto...


********


E todo mundo dando vivas \O/ pra essa moça. Minha primeira amiga bloggueira que virou real. Elisa, já rimos juntas, já choramos juntas, já te apoiei, já me apoiaste... E hoje sei que és indispensável na minha vida. Te desejo tudo de melhor, pois tua alma é bela assim como as tuas palavras, pois teu coração é enorme assim como tuas ações... Feliz Aniversário!! E amanhã, tem festa, e oficorsi que vou estar lá. Afinal fazem 3 anos anos que eu to em todas. Verdadeiro arroz de festa!!! FELICIDADES!!

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Vou evitar


Não sei o que anda acontecendo comigo. Eu não sou assim. Ou eu não era mais assim. Ou eu não quero ser assim. Ando cheia. Cheia de você. De coisas que já deveriam ter se esvaziado há muito tempo. De coisas que já pensei estarem vazias. Enlouqueço assim, cheia de vento. Simples cores me lembram você. Não você propriamente. Remetem-me a outras lembranças que me remetem a você. Eu achei que você já tinha passado. Ou era daqueles que quando se vão não levam nada. A gente gosta de se enganar. Me disse uma estranha. E eu achei que já estava vazia de você. O que me enlouquece não é você ter ido. Nem você ter ficado dentro de mim. É que ora acho que você já saiu de mim. Ora acho que criou raízes. Esse vai e vem que me enlouquece. Ou é ou não é. Meio termo nunca me agradou. Mas incrível é que não sinto saudade. Não sinto mesmo. Talvez tristeza. Melancolia. Algumas vezes arrependimento. Eu tenho saudade dos momentos, mas não de você. Tenho saudades de situações, mas não propriamente de você. Não é estranho? Sofrer por alguém que não nos traz saudade? Ou será que isso que sinto é saudade de você? Mas eu também não estou sofrendo. Mais estranho ainda. Estou o que por você então? A gente sempre quer as respostas de forma objetiva. E eu nem em destino acredito. Se acreditasse deixava nas mãos do acaso. Mas não acredito. Sou mais do livre arbítrio. Você teve. Eu não. Mas vou evitar pensar nisso agora. Já tenho confusões demais.

“Por que não nasci eu um simples vaga-lume?” Machado de Assis

sexta-feira, janeiro 26, 2007

De tudo um pouco...

- Homem muito certinho não dá! Homem muito grudento ninguém agüenta! Já disse açúcar é bom, mas se comer de mais da vontade de vomitar!

- Todas, ou quase todas, as mulheres babam por um ex. E todos, ou quase todos, esses “cerumanos”, são uns cafajestes. É química isso! Deviam ensinar na escola!

- Virar a página é bom, mas tem páginas que não adianta virar, tem que rasgar!

- Quer me criticar? Me supere!!!

- Cerveja demais causa tonturas. kkkkkkkkkkkkk.

- Ontem eu tava falando com uma pessoa que me disse que nunca imaginou que eu tivesse usado drogas, que eu já tivesse surtado a cabeça, pois sempre me achou uma pessoa séria e centrada. Uma careta! Fiquei pensando. A imagem que as pessoas fazem da gente é uma coisa louca né. Vai da maneira que a pessoa interpreta. De onde ela nos conhece. E fiquei mais pasma ainda comigo, eu sei passar a imagem de que sou uma pessoa séria e completamente centrada, bem longe da teoria do Bill que diz que cai de cabeça quando criança!

- Todos vocês dando vivas \O/ pra vaca mais amada do Brasil!!! Mô, toda felicidade desse mundo, paz, grana, sexo e saúde, porque com esses itens quem quer mais alguma coisa???? Kkkkkkkkkkkkk. FELIZ ANIVERSÁRIO!!

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Citação



"Mas para conhecer a virtude
precisamos conviver com o vício.
Só assim é possível conhecer a real
dimensão do homem...
Então venha.
Eu desafio você.
Vire a página."


Marquês de Sade

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Ohhh Vida Real...

- As pessoas deveriam se preocupar mais com a vida delas. Coisa que eu não agüento é disse-que-disse, da minha vida. E ultimamente, num determinado local, minha vida virou o assunto preferido. Com quem eu to saindo, com quem eu não to saindo, se dei, se não dei. Virou utilidade pública saber quem me come ou quem eu como! Eu? Me faço de louca porque tem vezes que é a melhor opção. Agora me perguntem pra ver a resposta que vão levar!

- E eu lá tenho medo de cara feia? Só não vem fazer barraco. Porque desço do salto e solto a pomba-gira que vive dentro de mim.

- Mas sabe, cão que muito ladra não morde. Ta com um problema comigo, vem e fala na cara. Pois quando eu tiver que te dizer verdades vai ser olhando pra você. Agora, gritar a terceiros... Coisa de principiante.

- Vidinha real pegando fogo!

- Aproveitando e roubando o mantra dela: VAITOMARNOCU! VAITOMARNOCU!

terça-feira, janeiro 23, 2007

Verborragia

- Eu preciso falar!!! Eu não sei, mas acho que só a Mila (sei, to devendo o post onde puxo o teu saco! kkk) entende, até porque ela passa a mesma coisa (ou somos nós duas doidas suficientes pra isso – idéia mais provável). Sobre o post de ontem, eu não estou triste, nem nada do gênero, eu to OTIMA. Mas eu estar ótima não quer dizer que não tenha momentos onde as lembranças do meu passado aparecem na minha mente, sem que isso signifique que estou preste a cortar os pulsos “pq ele não esta comigo”. Entendam, não estar com tal pessoa, talvez não seja significado de sofrimento, pode ser até um alivio. Mas quem disse que as lembranças se apagam quando estamos aliviados? Só pra deixar claro, eu estou Ó-T-I-M-A! É que às vezes eu to ótima ali no limite!

- Aquela Ana Ly (é assim o nome da moça?) do BBB não gosta da mesma fruta que eu gosto. O Bial perguntou o que era melhor na festa, e a moça respondeu “ver as meninas dançando...” Fala sério!

- Ao Sr. Anônimo que comentou ontem, não sou garota de programa não. Mas se fosse, não dava pra gente com pinto pequeno como você, nem pagando! Não perca seu tempo, não me faça perder o meu tempo. Não vou entrar na sua onda. (nem procurem, pq já deletei o comentário).

- Nunca, mas nunca mesmo, levem em consideração sugestões cinematográficas de meninos de locadora com cara de intelectuais.

- Ontem ouvi uma música da Ivete, daquelas beeeeemmm antigas, caralho, pq tinha que ser aquela música!!! Odeioooooooo minha lembrança musical!

- Eu sei que to devendo a duas pessoas uma corrente de resoluções para 2007. Eu não esqueci, mas não sei se vou fazer, até porque não tenho nenhuma resolução para 2007.

- Alguém ai que freqüenta o blog da Luma, poderia avisa-la de que não vou lá, simplesmente porque não consigo! Ela deve estar me achando uma vaca mal educada.

- Ao Sr. Anônimo2 (aquele que se diz um cara do meu passado). Se esse texto é pra você? Muito provável que não. Primeiro porque não sei quem você é (e seria bem mais simples se soubesse), segundo porque a pessoa pra quem o texto foi escrito, não estaria num blog e muito menos usaria as palavras que você usou. Agora, se minhas suspeitas sobre quem você estiverem certas, você já teve todos os textos meus que mereceu. Uma pena que não soube aproveitar isso. Bom tenho duas suspeitas, ou você é realmente alguém do meu passado, ou é outro louco que pousou por aqui, já que tudo que disse sobre mim, é genérico e qualquer pessoa que acompanha o meu blog saberia falar. Mais uma coisa, se for quem eu penso, não tem que estar em casa cuidando da sua mulher e dos preparativos do casamento? Sua visita é uma honra! ha-ha-ha... (esse vocês podem conferir no comentário de ontem).

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Além da Vontade

Eu não quero, eu definitivamente fujo disso, preencho minha mente com coisas múltiplas. Desde idéias de ONG’s absurdas a pensamentos complexos sobre a vida. Tudo para não dar bobeira ao destino e deixar você entrar na minha mente. Mas tem horas que é inevitável. Quando eu vejo aquele cantor (que eu nem gosto) eu me lembro de você. Impossível não lembrar, mesmo rosto, mesmo estilo, mesma pinta!!! Então eu lembro de como você foi idiota, de como você colocou tudo por água abaixo, e eu tenho ficar assim, me lembrando só das merdas que você fez. Mas nem sempre dá. Uma das coisas que eu mais odeio no ser humano é de não conseguir controlar os pensamentos. E eu acabo lembrando de coisas boas, dos risos, dos beijos, do sexo... E acabo sentindo sua falta. Não quero sentir falta de você. O problema de sentir falta de alguém em específico é que nunca iremos substituir isso, sempre vai ficar aquele buraco, aquele vazio. Mil vezes sentir falta de sentimentos, de sensações. Mil vezes sentir falta de amar do que sentir falta de amar você. Eu me odeio por isso.

Hoje senti sua falta, hoje lembrei de você, quando acordei, logo que abri os olhos você veio na minha cabeça. Mau presságio. Vou ficar com você o dia todo no meu pensamento. E eu me odeio por isso. Mas odeio mais você. Como pode entrar na minha vida dessa forma e depois simplesmente ir. Como pode achar que eu me acostumaria com isso. Não tivemos uma música nossa, mas eu tenho infinitas músicas suas. E isso me dilacera o peito. Confesso que o orgulho me fere, tanto quanto a sua ausência, antes de você eu nunca via alguém ir embora da minha vida, geralmente era eu que partia. E confesso que prefiro olhar pra frente a ver as costas de alguém se distanciarem sem olhar pra trás.

É uma mistura de sensações. Porque eu sei que deveria odiar você. Porque você me deu todos os motivos do mundo pra ter nojo, pra riscar você da minha vida. Mas eu não apreendi a ser riscada da vida de ninguém. Eu não lido bem com a rejeição, admito. Eu tenho todos os bons motivos que fariam uma mulher comum, te odiar, te ignorar... Mas eu não sou uma mulher comum. Se te quero de volta? Nem de joelhos eu te aceitaria. É sério. Pois uma coisa é sentir a falta, a dor física que sua ausência me trás. Outra é querer viver tudo aquilo novamente, mesmo que eu ditasse as regras, mesmo que eu desse as cartas. Porque de tudo que você já disse sobre mim, a única coisa certa é que meu orgulho ainda é o maior dos meus sentimentos.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Abaixo as Alças de Silicone!

Eu tenho um problema. Daqueles que me tiram o sono e me fazem ter surtos histéricos na frente do guarda roupas, toda vez que tenho que sair. Se não uso calcinhas, preciso de sutiã! Mas o que fazer nesse calor, onde minhas roupas se resumem a saias e blusas de alça fina, ou qualquer outro pedaço de pano que não cobre nem o ombro? Eu explico. Não que sem sutiã os peitos batam lá no umbigo, graças a Deus! Porque se a bunda caiu os peitos ainda estão apontando pro futuro! Mas eu tenho seios grandes e me sinto desconfortável sem sutiã. Agora saibam vocês da dificuldade que é arrumar um sutiã com alcinhas fofas/sexy/lindas pra combinar com as roupas. É trabalho de ninja. E de preferência de um ninja beeeeemmmmm rico (pq sutiã custa infinitamente mais caro que uma calcinha). Ainda mais depois que inventaram essas malditas alças de silicone! Por Deus. Por onde se olha tem aquilo, verdadeira visão do inferno. Por conta dessas, estão cada vez menos fazendo alcinhas bonitinhas; digo bonitinhas e acessíveis, porque sim, eu compro sutiã em loja de departamento ta. Recuso-me a pagar quase R$ 100,00 em uma peça que o felizardo que ver tem grandes possibilidades de arrancá-lo com os dentes! Mas agora, alça de silicone? Alguém tem noção do que é aquilo!? Até tentei usar, não deu. Primeiro porque é aquele tipo de alça “nem fode, nem sai de cima”, vc não esta seduzindo ninguém deixando a mostra o pedacinho do sutiã (sim meninos usamos isso!), nem escondendo totalmente o seu sutiã (no caso do tomara que caia). Simplesmente vc usa aquilo achando que ninguém mais ver aquela coisa horrorosa, que com esse calor, vai se enchendo de “gordura” durante o dia todo, pegando aquele aspecto nojento e seboso. E por Deus, como aquilo esquenta! Pegar sol em cima e batata, fritadinha nos ombros básica! Além do mais, uma puxada mais forte e pode por no lixo a dita arrebenta e tudo que vc consegue é um vergão nas costas como se fosse um estilingue. Sem contar que não há mulher no mundo que se sinta sexy com aquele troço! Mas as loucas vão lá e compram, e tem vendedora que tem o disparate de me dizer “essas alcinhas invisíveis... Invisível?! Por Deus, eu não aquento mais. Pensando em abrir uma ONG “Já queimamos os sutiãs, agora queimem as alcinhas!”

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Eu amo...


A revanche. Primeiro de tudo eu amo meu filho, amor incondicional somente esse. Eu amo cheiro de pão, aquela coisa quentinha que só de lembrar da vontade de passar manteiga e comer. Amo andar descalça, desde que não seja em uma laje quente. Amo cheiro de chuva, e amo chuva no fim de tarde, quando você esta em casa, comendo pipoca e tomando chocolate quente assistindo qualquer comédia romântica. Alias, eu amo comédias românticas, amo filmes românticos, e amo, simplesmente amo suspenses. E cheiros, amo cheiros... Cheiros cítricos, amadeirados, florais, cheiro de pipoca com manteiga, cheiro de café (mas eu quase nunca tomo café).

Eu amo frio com sol, lagartear e tomar chimarrão. Eu amo comer bem, bons restaurantes... E claro, amo beber bem. Ainda no quesito comida, amo comida japonesa, acho que em alguma encarnação antiga fui uma gueixa. Posso comer todo dia sem enjoar. Amo bananas, principalmente com canela e açúcar. Ah eu acho que sou a única pessoa da face da terra que ama salsichas em latas! Devo sustentar os fabricantes! E quando não é de comer a gente bebe, então nesse quesito não tem o que eu não goste.

Em se tratando de homens, amo homens perfumados (com bons perfumes claro). Homens morenos (altos, sarados, pernas grossas, bronzeados, olhos verdes, aqueles bíceps... volta pra terra Janaina), e com algumas exceções, alguns loiros eu amo tb (o Matt!). Homem com dinheiro eu amo tb (hipocrisia zero, por favor, rs!). Mas com amor de verdade amo até um pé rapado. Homem bem vestido. Homem pelado. Homem com jeito de homem, que não tem medo de pegar, de tocar... (começando a ter devaneios novamente). E sim, eu amo alguns tipos meio esquisitões tb. Ok, vocês venceram, eu amo homem!

Amo meus amigos. Os verdadeiros são poucos. Mas os que tenho amo perdidamente. Amo ler, tudo que cai na minha mão eu leio. Amo escrever, mas nem sempre amo o que escrevo. Amo comida de “criança”, paladar completamente infantil. E aqui em segredo, eu queria uma piscina de bolinhas só pra mim. Amo parque de diversões, desde que não me façam ir na roda gigante. Cena de cinema, beijinho em roda gigante comigo não rola.

Amo minha família, apesar da família que tenho (vcs entenderiam se conhecessem!), mas família é família e a gente tem que amar de qualquer jeito (que maldade!!). Amo a casa a noite, só pra mim (aprendi a gostar por conta de anos de insônia) Amo MPB, pop rock, e amo artistas que na sua maioria já se foram.

Eu amo receber presentes, amo receber flores, menos rosas, coisa batida, amo girassóis, gérberas, orquídeas, libiscos... E amo dar presentes também, geralmente coisas que as pessoas não esperam ganhar. Amo surpreender e ser surpreendida.

Das coisinhas fúteis, amo meu relógio que na verdade é uma pulseira, com várias pulseirinhas (já ta todo tortinho, mas não troco por nada), e definitivamente não saio de casa sem lápis de olho. Amo minhas bijus e os colares que eu faço (sim eu faço colares pra mim...).

Amo sair do banho frio e deitar em cama quentinha. Amo andar de contra o vento (tem uma música assim não tem?), amo praia à noite. Amo ver as pessoas dormindo, amo a cima de tudo, ver meu filho dormindo. Amo fazer xixi quando estou apertada (verdade! Essa sensação deve ser uma das mais prazerosas do mundo!).

Uma me disseram que somos tudo que amamos, então eu tb sou: céu estrelado, sono acompanhado, risada aberta, pizza de banana, batatas em qualquer derivação, sou a voz sussurrada no meu ouvido, sou o arrepio que isso causa, sou sexo (bem feito oficorsi), beijo na boca e pegada forte. Sou conversa fiada, mesa de bar e chop gelado. Sou abraço apertado, frio na barriga e borboletas voando. Maça do amor, algodão doce e pipoca caramelada.

Eu amo tanta coisa, e sou tanta coisa que faltariam páginas pra contar. Resolvi parar, porque sim, eu também amo mistérios e segredos.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

A teoria do sapato

Vocês estão loucos né? Hahahaha. Vamos ver se eu consigo explicar a bendita teoria (da qual eu até já me arrependi de falar hahah). Bem, por motivos óbvios, eu me saio melhor analisando sapatos masculinos a femininos.

A teoria tem uma frase, que pode parecer pejorativa, mas não é, apenas para exemplificar: “Você pode tirar uma pessoa da favela, mas nunca a favela da pessoa”. A alma disso? O sapato. Ou seja, essa teoria, consiste em alguns pontos.

Das condições financeiras:

- Um bom sapato custa infinitamente mais caro do que uma boa roupa. E um indivíduo que gasta horrores em uma boa roupa, e não tem grana pra isso, não irá se preocupar se o sapato acompanha a qualidade da mesma, pois nunca irá imaginar que irão prestar atenção a esses detalhes, então o dito pode até estar com um terno Armani, se ele tiver grana, o sapato irá acompanhar a roupa, na qualidade, no preço, se não tiver é batata, sapatinho meia boca, devidamente engraxado e reengraxado. Se você entender um pouco de marcas de sapatos saberá, olhando de que marca é, se é ou não couro legitimo, o solado, de borracha ou não...

- O mesmo se dá, se o dito, estiver “mal arrumado” (pq ter dinheiro não é sinônimo de bom gosto), ele pode estar de calção e camisa regata, o tênis dirá se tem ou não uma bela conta bancária. Tênis bons, custam extremamente caros hoje em dia. Mas ai você precisará de feeling, pois muitos raspam o fundo da conta por uma peça dessas.


Dos estilos:

- O estilo de um sapato diz muito sobre a pessoa, pessoas alternativas geralmente fogem de sapatos conservadores, procuram uma forma de chamar atenção. Por exemplo, uma pessoa segura com si mesmo, e que faz essa linha seria capaz de usar allstar com terno, ou quem sabe uma bela sandália? Já um tipo mais moderno, escolheria um estilo de sapato mais quadrado, sem cadarço, confortável e jovial. Um indivíduo conservador, com toda certeza estaria usando sapatos arredondados, com cadarços, e aqueles detalhes de “furinhos” que caracterizavam os sapatos que nossos pais usavam.


Alguns exemplos práticos, em que se refere ao estilo (pq quanto à grana, mais vai de você ver o estado do sapato e de conhecer um pouco sobre marcas e
qualidades):




Em sua grande maioria, usados por jovens duros! Um estilo alternativo, pessoas que raramente colocariam um sapato, simplesmente por “essa não ser a sua praia”. Quando passam dos 30 anos, há duas opções, continuam duros e com aquela coisa de “se ai governo, sou contra”, ou ganharam grana suficiente para se dar ao luxo de manter aquele estilo de “contradição”. Mais uma vez isso depende do feeling.










Este modelo é um Prada. Ao meu ver, um modelo mais usado por pessoas tradicionais, que não dispensam uma boa qualidade, mas buscam principalmente conforto.











Um Gucci, impecável em qualidade, solado de couro, usado por tipos completamente tradicionais. Ou por pessoas que não dispensam a tradição em certas ocasiões.










Modelo arrojado. Estilo usado pelos mais modernos dispensa o cadarço, sem contar que é um luxo. O da foto é um Hugo Boss.










Apesar do cadarço, esse sapato não faz o estilo conservador. Eu diria que é uma pessoa moderna, mas que não gosta muito de fugir do padrão, um estilo que mistura, tradição, qualidade e modernidade. O da foto, marca Tod’s.













Sapatênis, eu particularmente gosto do estilo. De boa qualidade, acho que calça bem qualquer homem, passa um ar de jovialidade, de conforto, comodidade, de pessoa que não se apega à regra.











Eu não gosto desse estilo, com fivelas, pra mim, uma forma de ostentação. Mas são bonitos, nem modernos, nem conservadores, práticos. O da foto é um Ferragamo.












Sandálias. Eu gosto, em homens com estilos, eu gosto. E geralmente os homens que usam (com exceção daqueles modelos com tranças na frente que nossos avós usavam), tem estilo. Combinadas com bermudas, calças curtas e até uma calça masculina leve, acho um charme. Pessoa arrojada, sem nenhum apego as tradições e nem um pouco provinciano.




Bem, acho que deu pra vocês terem uma noção do que eu estou falando, mas antes de todas essas dicas, a mais importante, não julgue ninguém apenas pelo sapato (pq sim, ele tb engana), antes, de uma olhada no conjunto da obra, e acima de tudo siga a sua intuição.

Sorry meninos, mas como disse, gosto mais de analisar sapatos masculinos kkkkkkkkkk.

terça-feira, janeiro 16, 2007

Blá, Blá, Blá...

- Semana passada eu dormi, ao todo, 12 horas... Daqui a algum tempo vou ter que contar pra vocês que to com cirrose kkkkkkkk.

- Loiraaaaaaa, sabe aquele assunto que daria um ótimo post, mas que eu não posso falar por aqui? Então, novidades, artimanhas e estratégias. Eu me supero! kkkkkkkkkk

- Eu definitivamente não vou pro céu! kkkkkkkkkkk.

- Domingo à noite, faxinei a minha casa. Definitivamente eu preciso de alguém rico pra me sustentar. O que uma pessoa normal faria em 2 horas, eu demorei o dobro. (Mas claro que eu parei pra ver o BBB, e aquela pegação geral! Hahaha).

- E por falar em BBB, fiquei passada com a loira lá que chorou pq a outra foi chegar junto no cara, o que será que os pais iriam pensar sobre isso, como a filha ia reagir vendo isso?! Agora dar beijo na boca porque o dito encontrou o brinco dela pode, lamber o moreno (e que moreno!) com cara de famoso pode, afinal ela nem chegou tão junto assim né... Hipocrisia me consome. E pra falar mais em BBB, eu pegava tb, u-hu como pegava!

- Eu sozinha, ou com amigas, e nada acontece (além de uns “cerumanos” sem noção). Agora é sentar numa mesa de bar com uma cia masculina, pra coisa ferver em volta e eu ter que fazer cara de blasé. Triste isso pessoas, muito triste.

- Ontem, no mesmo bar, tinha um tipo, quarentão, mas muuuuuiiiito interessante, e eu lá tendo que ser um poço de comportamento (mais uma vez afirmo que os fins justificam os meios haaha), ai o tipo paga a conta, levanta da mesinha, faz a volta e vai embora sozinho numa Z3!! Eu tenho olho bom, mas tem uma teoria, a do sapato!

- A teoria do sapato. Vc consegue saber tudo da vida de uma pessoa (sem te grana, se não tem, se é ousada, careta, criativa, provinciana... TUDO) pelo sapato que ela usa. Eu raramente erro!

- "Sempre há alguma coisa que falta. Guarde isso sem dor, embora, em segredo, doa" Caio Fernando de Abreu

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Cinco segredos inconfessáveis... Eu confesso...


1. Que gosto da Alcione! (sim, eu sei que minha “aparência” já foi danificada quando confessei aqui que achava o Fábio Jr. tudo de bom!), mas eu gosto da Marrom mesmo. Canto as letras e ainda faço careta!

2. Que gosto de ler aqueles romances açucarados, no maior estilo “Sabrina”.

3. Que já comi coisas no supermercado e coloquei o “saquinho” fora antes de chegar ao caixa.

4. Que tenho dificuldades e guardar segredo. Não que eu saia por ai contando pra todo mundo, nem para partes envolvidas, mas dependendo do que for, eu posso comentar algo com alguém, sem citar nomes e desde que essas pessoas não se conheçam.

5. Que inveja é um dos defeitos que vivo tendo que controlar em mim. Não que eu queria ter o que te pertence, mas geralmente quero ter algo igual ao que você tem.

Confissão lambuja: Eu tinha muito outros pecados mais inconfessáveis, mas confesso que não tive coragem... Tem coisas que a gente não confessa nem a si mesmo kkkkkkk.

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Eu odeio

Imitando o post da Mila

Sim, vou falar de ódio, não arqueiem as sobrancelhas, você ai, também odeia. Eu odeio gente lenta, e mais ainda gente lenta que se acha rápida. Eu odeio ter que explicar mais de uma vez o que eu disse, e quase tenho um colapso quando tenho que fazer isso pau-sa-da-men-te. Eu odeio calcinha, por isso nem uso, mas a cima de tudo eu odeio calcinha bege. Odeio mulher que usa calça jeans com a marca do biquíni quase na teta, e se acha a super gostosa, sorry por avisar, mas isso é vulgar. Pra odiar mais esse ser, só se ela for loira, com a raiz preta aparecendo, estiver num salto agulha 15 e uma blusa que quase parece um biquíni. Ai eu me atiro de um precipício.

Eu odeio calor, odeio passar calor, e odeio mais ainda gente que me olha e diz “e ai, calorzinho gostoso esse né?”. Odeio acampar, odeio mato, odeio falta de conforto, sou urbana, gosto de gente, de loja, de barulho, de tumulto. Não vejo nada de romântico em uma barraca no meio do mato, cheio de mosquitos (sim eu odeio mosquitos) e um trilha onde você se mata caminhando pra chegar lá em cima e ver mais mato. Quer romantismo? Me leva pra uma cabana na serra, com todo conforto, com ótimos restaurantes...

Odeio homem que não paga a conta e propõe rachar. Odeio rachar conta. Odeio homem de camisa de manga curta e gravata, homem com cueca samba canção, e, por favor, aprendam a combinar a cor da meia com o sapato. Odeio homem que acha que sexo é meter pra dentro. Odeio sexo mal feito. E odeio mais ainda quando lascam a tal da pergunta “foi bom pra você?”. Não, não foi.

Odeio salto agulha, odeio sapato que apertam meus dedos. Odeio roupa amarela, sair por ai andando como um quindim... Odeio homem com estilo de “pagodeiro” (camisa justa, corrente e óculos). Odeio perfumes doces, e odeio com toda minha força quem toma banho de perfume.

Odeio mentiras. Odeio “meias-verdades”. Odeio esse meu jeito idiota de sentir saudades do que não devia. Odeio teimar em ser politicamente correta algumas vezes. Odeio gente que vê a vida sempre cor de rosa. Que é da geração saúde “eu não bebo, eu não fumo, eu malho, eu durmo cedo...” É com certeza você nem trepa! Gente que não fala palavrão, que não solta um “fudeeeeeeeeeeeeuu!!” e vem com aquele papinho de incentivo sempre, carpe deam e o escabal. Odeio o Sandy’s way of life!. Sim claro, odeio a Sandy e o Júnior.

Odeio ter músicas que me lembram dele. Odeio baratas, odeio insetos, odeio lagartixas e odeio qualquer outro animal rastejante e gosmento (alguns homens entram nessa categoria).

Odeio gente que se enfeita como árvore de natal pra ir pro shopping, odeio filas, odeio banheiro publico, odeio emprestar meu batom em banheiro publico pra gente que nem sei onde enfiou a boca. Odeio filme dublado. Odeio quase a ponto de chegar a vomitar, gente que tecla “axim”, “tudi bem”, por favor, nem meu filho de 5 anos tem uma idade mental tão atrasada. E na mesma categoria eu odeio mulher que colecionam ursinhos, coisas rosas, coisas cutes, tenho vontade de cortar meus pulsos se me disser que faz coleção da Hello Kity. Odeio homem que nunca decide programa e sempre me pergunta o que EU quero fazer, onde EU quero ir. Sim eu adoro decidir as coisas, mas eu odeio gente fraca e dependente, então não me deixe mandar em tudo, porque o risco de eu acabar te mandado pastar é grande.

Eu odeio começar um texto e não saber como termina-lo. Como este.

quinta-feira, janeiro 11, 2007


- Olha que coisa mais linda!! Quando um presente é assim, feito pela própria pessoa, tem todo um carinho especial. Quem me deu? Essa moça aqui, que tem um talento todo especial pra trabalhos manuais. Cauks, sem noção, adorei!






- Saudade absurda do Bernardo! Parece que ele desistiu da idéia de morar com a Dinda dele, porque ta com saudades do quarto dele, mas ontem ele lascou “a não ser que tu mande meu quarto pra cá né mãe?”

- Ontem tomei coragem, e desmontei a árvore de Natal. Eu estava meio alta (tinha tomado uns chops) e quebrei 4 bolinhas de Natal (sim a gente ainda tem aquelas boas antigas de vidro), esbravejei e fui limpar a imundice que tinha feito, enfiei 3 cacos no meu pé. Nota mental: Nunca mais desmontar a árvore de Natal depois de beber.

- Agora só ta me faltando arrumar coragem pra limpar a casa e passar roupa.

- Quando é que acaba esse calor?

- Luma, não to conseguindo entrar no teu blog, não é falta de educação não viu, só que entro, diz que não pode abrir a tua página e fecha tudo...

- Às vezes a gente olha tanto em uma única direção apenas, que nem nos damos conta que em direções diferentes, pode estar acontecendo muita coisa interessante. É preciso apenas olhar para os lados.

- Acho que ta na hora de deixar de ser tão passional e emotiva. E passar a pensar no lado prático da coisa.

- Uma amiga no MSN ontem: “um coroa rico é o número de qualquer mulher, só que poucas tem QI emocional pra se darem conta disso”. Fora os comentários dessa vaca aqui, que me deram cãibras na barriga de tanto rir.

- Lembrei de uma frase do Guimarães Rosa: “A vida é feita de poucas certezas e muitos dar-se um jeito”

- Já disse que me sinto bem hoje?

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Lendo Dostoiewski


"Todo homem tem reminiscências que não conta à ninguém, apenas para os amigos. Ele tem outras coisas na mente que não conta nem para os amigos, só para si mesmo, e assim mesmo, em segredos. Mas há outras coisas que um homem tem medo de dizer até para si mesmo e todo homem decente tem um certo número dessas coisas armazenadas na mente." Dostoiewski



A foto nada a ver com nada, apenas vontade de expor minha figura pra vocês, ano novo, Bernardo, eu e meu vestido vermelho rs...

terça-feira, janeiro 09, 2007

Vou

Eu não tenho como negar. Você mexe comigo. E essa cara de durona? Pose, apenas pose. Eu fico repetindo pra mim mesma que eu consigo. Mas não é nada disso. Porque se você disser “vem”. Eu sei que vou. Eu me rendo. Sabe como eu sei? Porque quando me olha de lado, de canto de olho, eu sei que to perdida. Eu sei que vou me render quando a tua boca fica séria. Eu tive três segundos ontem pra decidir se te convidava pra subir ou não. Passamos a noite acordados. Juntos. Eu aqui. Você ai. Eu sabia que esse pedisse você vinha. Estava subentendido em suas palavras quando meu celular piscava. Eu hesitei. Você estava certo. Errou quando disse que era charme. Nada de pose agora. É que eu não vou pedir pra você vir. Muito menos pra você ficar. Tô só esperando você dizer "vem", para que eu possa ir.



Inspirado num texto dessa moça.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Coisas, Coisas e Coisas...


- Eu uso filtro solar fator 2, e o máximo que consigo é um belo bronzeado de camarão. Bernardo usa fator 30, e ta neguinho, neguinho...

- Insônia voltou e com ela trouxe uma fome absurda. Ontem 2 da manhã eu vendo Libertino (com Johnny Deep) e comendo macarrão. Que Deus me guarde de continuar comendo assim, porque meus 18kg jogados foram irão voltar rapidinho...

- Me da uma aflição estar assim como uma adolescente retardada Daqui a pouco vou até começar a gostar de rosa e de coisas “cutes” (eca!!!).

- Minha irmã bêbada, no sábado, as 3 da manhã, e me falando filosofias: “Se numa sala tiver 10 homens, tu vai gostar ou daquele que não da a mínima pra você, ou daquele que é um canalha, ou daquele mais complicado de todos. Você tem 9 dedos podres, e um é Maria vai com as outras...”

- É tão bom o gosto de ver que alguém que te ferrou, vai logo, logo, cair do cavalo.

- Eu não sou de ficar babando por atores de cinema, mas cara, pro Matthew McConaughey eu dava, sem nem pensar e mesmo que fosse pra ser apenas uma vez. O que é aquele homem?

- Tentando, inutilmente, usar mais a razão.

- To sozinha em casa há duas semanas (entrando pra terceira agora), e to quase uma virgem, uma donzela na torre. Pior é que falam que to fazendo todas as festas. Levando a fama sem deitar na cama.

- Pois é, eu to indo lá sabendo que vou levar ferroada. Mas o que me preocupa nem é o zangão, é abelha. Claro e minha imbecilidade, porque, sei que, se for bom, vou ficar como uma vaca, de quatro (opa!), babando colorido (que fauna!). Mas o coração ta palpitando, e como a muito nada me deixava assim, eu vou mesmo.


Beijos pessoas e boa semana!

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Não me deixe só...

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Tenho desejos maiores
Eu quero beijos intermináveis
Até que os olhos mudem de cor


Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Que o meu destino é raro
Eu não preciso que seja caro
Quero gosto sincero de amor
Fique mais
Que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem

Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa, sou macumbeira
Eu sou de paz, eu sou do bem, mas...

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz
Não me deixe só

Mas não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz
Não me deixe só



Tenho medo das próprias coisas que quero. Tenho sempre que querer/gostar/entrar em histórias pra lá de complicadas. Estou mexendo num vespeiro. E, provavelmente, vou sair cheia de ferroadas. Mas eu aprendo? Sempre vale a pena correr o risco.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Por Email...

Não quero defender as relações falidas e que só fazem mal, nem estou sugerindo que as pessoas insistam em sentimentos que não são correspondidos, em relacionamentos que não são recíprocos, mas quero reafirmar a minha crença sobre o quanto considero válida a coragem de recomeçar, ainda que seja a mesma relação; a coragem de continuar acreditando, sobretudo porque a dor faz parte do amor, da vida, de qualquer processo de crescimento e evolução.

Quando você se perguntar “do que adianta amar, tentar, entregar-se, dar o melhor de mim, se depois vem a dor da separação, do abandono, da ingratidão?”, pense nisso: então você prefere a segurança fria e vazia das relações rasas? Então você prefere a vida sem intensidade, os passos sem a busca, os dias sem um desejo de amor? Você prefere o nada, simplesmente para não doer? Não quero dizer que a dor seja fácil, mas pelo amor de Deus, que me venha a dor impagável do aprendizado que é viver. Que me venha a dor inevitável à qual as tentativas nos remetem. Que me venha logo, sempre e intensa, a dor que me ensina a amar melhor...

Prefiro o escuro da noite a nunca ter me extasiado com o brilho da Lua...Prefiro o frio da chuva a nunca ter sentido o cheiro de terra molhada...Prefiro o recolhimento cinza e solitário do inverno a nunca ter me sentido inebriada pela magia acolhedora do outono, encantada pela alegria colorida da primavera e seduzida pelo calor provocante do verão... E nesta exata medida, prefiro a tristeza da partida a nunca ter me esparramado num abraço... Prefiro o amargo sabor do “não” a nunca ter tido coragem de sair da dúvida... Prefiro o eco ensurdecedor da saudade a nunca ter provado o impacto de um beijo forte e apaixonado... daqueles que recolocam todos os nossos hormônios no lugar! Prefiro a angústia do erro a nunca ter arriscado... Prefiro a decepção da ingratidão a nunca ter aberto meu coração... Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido a nunca ter amado ensandecidamente. Prefiro a certeza desesperadora da morte a nunca ter tido a audácia de viver comtoda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível...

Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada... Não há – de fato – algo mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o “nada”. E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez...

Porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar... Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo... Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração... Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros...Mas que eu nunca, jamais deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e, sobretudo, vou amar mais uma vez!


Texto: Rosana Braga

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Blá Blá Blá

O jantar dos horrores...

Tem coisas que só acontecem comigo, e eu não entendo como eu tenho coragem pra contar pra vocês. Pois bem, tenho um amigo, desses de infância, que amo de paixão. Só que ficamos sacaneando um ao outro a vida toda. A última sacanagem foi minha com ele, devia saber que ele me daria o troco. Mas o negócio é sempre tão bem feito que a gente esquece que pode ter merda no meio. Pois bem. Há um mês ele vem me enchendo pra sair com um amigo dele, que descreveu como, “interessante, legal, simpático”. E eu enrolando, enrolando, enrolando, só que ontem o tal amigo interessante me ligou, e ta marquei de sair com a criatura. Me arrependi no momento que pisei na calçada. Desculpe-me os feios, mas beleza é fundamental. Não essa coisa de modelo, porque já gostei de uns tipos bem estranhos, mas tem que ser um conjunto proporcional. Vocês não têm noção do susto que levei, o cara era do avesso, a visão do coisa ruim, tinha um dos dentes da frente saltados pra fora, quase pendurado pela raiz. Eu quis matar o meu amigo, pegar o fígado e comer com cebolas. Mas o que eu ia fazer? Tava na frente do deus me livre já, sair correndo não era uma opção das mais inteligentes. Encarei o tal jantar. Eu sentada na mesa comendo, sentia vergonha pelo coisa ruim. Já sentiram vergonha ao estar perto de alguém completamente ridículo? Então essa coisa de você sentir vergonha por outra pessoa... Era eu ontem. No meio do tal jantar dos infernos, meu amigo me liga. “Jana, coisa lindinha ele né? Kkkkkkkkkkkk”. E eu lá olhando pra cara do paspalho do avesso, com meu sorriso amarelo e meu estomago completamente revoltado, porque no fundo o infeliz não tinha culpa de terem jogado o bebê fora e criado a placenta, reuni toda minha educação e simpatia que mamãe, quando ainda tinha esperança em mim, tentou me ensinar e segurei a barra do jantar até o fim. Quando o jantar dos horrores acaba, o deus me livre ainda tem o disparate de me perguntar: “Pra onde?”. Pra minha casa pelo amor de Deus, me deu vontade de gritar, voltei pra casa, liguei meu “amigo”, ele chorava de rir ao telefone, e eu acabei quase mijando nas calças de tanta risada que dei. Meu amigo dizia, "Ah saiu com o capeta, mas andou de Citroën e comeu bem", e eu só conseguia me lembrar do que minha mãe me dizia quando criança "comer olhando coisa que assuta da dor de barriga depois". kkkkkkkkk

Limpando a mente...

Quando eu preciso pensar na minha vida, geralmente faço isso faxinando a casa. Nunca soube porque, só sei que quando tenho que ordenar os pensamentos, uma boa vassoura e um balde d’água me ajudam muito. Então ontem como já tinha perdido o sono, e tava com medo de dormir e ter pesadelos com o desprovido de beleza do jantar, além de estar precisando ordenar a cabeça, fui faxinar a casa, liguei o rádio, me vesti de “Maria” e mãos a obra, fui deitar às 4 da manhã, corpo cansado, sono atrasado, mas a mente lisa, leve, vazia e pronta pra encher de coisas em 2007.

Eu quero, mas nem sei se é bom...

Já criaram expectativa demais sobre algo que vocês nem tem idéia se será assim tão bom, ou pelo menos se vai corresponder ao mínimo que você espera? Eu to assim. Isso é péssimo, pois geralmente a nossa mente vai bem mais longe do que a realidade, então a probabilidade de você se frustrar é enorme. Mas uma coisa que ninguém pode me dizer é que não dei minha cara a tapa. Dou sempre, e muitas vezes as duas faces. To fazendo isso, apostando as minhas fichas, se eu ganhar, ganho muito, mas se perder, não perco nada que já não tivesse perdido e recuperado outras vezes.

Eu tinha mais coisas pra contar, só que não me lembro agora (eu vou começar a andar com um bloco pra tomar nota na hora que me vem a cabeça as coisas que tenho que contar aqui).
Fiquem bem pessoas!

terça-feira, janeiro 02, 2007

E alguém ta vendo alguma coisa diferente além da data?

- Sim, já deu pra perceber que eu começo o ano com os dois pés. Dois esquerdos.

- Ano novo para ser esquecido e deletado da cabeça, sem qualquer comentário.

- Eu estou sozinha em casa, há duas semanas, até gosto, me lembra minha vinda quando só tinha que me preocupar comigo, mas agora aquela parte de limpar, passar, cozinhar... Ta dando uma saudade da minha mãe.

- Bernardo não quer voltar pra casa, diz que vai morar com a dinda dele, porque lá tem quintal, piscina, cachorro, coelho... E pra resolver a saudade? “Trás tua cama pra cá mãe, e vem morar aqui também.”

- Ano começando, nada novo, mesmos problemas, mesma falta de grana, mesmo mau humor... Essa coisa de “Ano Novo, Vida Nova”, me tira o saco.

- Vou calar a minha boca, quando tiver algo decente pra falar eu volto.