quarta-feira, março 20, 2013

terça-feira, novembro 20, 2012

Fantasmas

Apenas porque deu saudade de fazer um poste, não que isso aqui, de fato, ainda exista.

Eu não sei nem se eu ainda existo.

sexta-feira, dezembro 02, 2011

Mimimi

É uma visita por mês... Se contentem, porque assim, eu já estive aqui pra deletar essa bagaça diversas vezes. Eu já escrevi trocentos posts e deletei. Eu não ando numa fase longa, de textos longos, então com o FB eu praticamente falo tudo que quero dizer com algumas linhas. Porque o resto, bem o resto é o mesmo mimimi de sempre que não vale a pena ler aqui e muito menos lá. Aquela coisa que os parcos que aparecem aqui ficam sabendo pelo face. Ainda na luta para parar de fumar, seis meses limpa, mas tendo dias de desespero. Ainda fingindo que to nem ai pra uma cacetada de coisas e ainda não confessando que to ligando muito. E gente, não é orgulho não, porque eu cansei de falar ao vento, uma hora tem que se ter amor próprio... Mas ainda me acho "a injustiçada", uma merda. Eu sei, mais merda é ler tudo isso, ninguém entende porra alguma do que to escrevendo. Acreditem, nem vale a pena! Já disse se não tivesse Bernardo saía a esmo nessa vida a muito tempo. Tinha largado empresa, a casa que não tenho e sabe, me enfiado em qualquer biboca de qualquer lugar até enjoar e mudar de novo... Uma época da minha vida tudo que queria era a casa com cercas brancas, agora, nem tenho mais esperanças. Ainda tento me enganar e tal, porque sabe somos humanos, mas no fundo eu acho que alguns vieram para viver o amor, outros não e a vida segue... Os dias? Uns bons, uns ruins, uns passíveis de suicídio, como toda boa vida, porque a contrário de muitos, minha vida não é uma bolha cor de rosa. E assim, eu não sou isso aqui todos os dias, nitidamente to num dos dias de pegar a gilete e cortar os pulsos. Mas em dias que to bem, nem lembro que poderia escrever algo, somos egoístas. To pelas férias, acreditando que estes 12 dias no Rio vão lavar a minha alma, se não ao menos me render algumas conversas em mesas de cantos que servirão de muito. Eu não ia ir, nem to podendo gastar, mas dane-se fodida ou cagada ta dando na mesma. Ainda bem que eu coloquei o título disso de mimimi, então quem chegou até aqui estava avisado. Eu ando com saudades também, de uma pá de gente que não tenho mais contato, saudades do Edgar, da Renata, Aline, Zep... um povo que infelizmente não fazem mais parte do meu dia a dia diariamente. Ai me bate algumas bobagens pensando se essa gente pensa em mim vez enquando assim como eu penso neles vez enquando. Um amigo do trabalho esses dias disse que tinha várias teorias a meu respeito (eu ia escrever sobre mim, mas fiquei em dúvida se era sobre mim ou eu, de qualquer forma é tudo a mesma coisa), então, que ele acha que em termos de relacionamentos eu sou essa pessoa que se mostra totalmente independente, mas que no fundo eu quero alguém que me segure pela mão e tome todas as decisões. Sou assim tão fácil de ler? Bom, final de ano também é uma merda, todo mundo sabe que não gosto e que fico muito pior nessa fase, dormir e acordar em janeiro, sonho. Fui escrevendo isso direto na página do blogger e não vou conferir nada, nem ver erros gramaticais e nem ver se faz sentido, quase ninguém mais aparece por aqui mesmo, mas o que esperar se eu mesma não venho e abandonei de forma sumária os comentários em qualquer blog... Eu leio e não comento por preguiça de sair do reader e entrar no blog. Tenho que voltar ao trabalho, meu gerente esta me chamando e eu fazendo cara de "agora não posso responder porque to fazendo algo muito importante". E nem posso dizer que é TPM.

domingo, novembro 06, 2011

Eu me sinto tão idiota quando sei que deveria tirar algo da minha cabeça e não consigo. Quando deveria deixar pra lá. Deixar ir. Porque se tudo que foi é sido, o que não foi é o que? Eu deveria, eu sei disso. Não sou nada madura emocionalmente. Quando eu vou lá e mesmo sem querer vejo que você esta on, a muitos quilômetros eu me pergunto por que ainda tenho esperanças de que de alguma forma tudo que foi falado possa ser realidade. E eu nem acredito em conto de fadas... Fazer o que né? E eu te ignoro, como você me ignora. Sou rainha nisso de fingir que não to ligando. Eu consigo sorrir quando não to legal. Anos de pratica. Mas no fundo ainda tem aquele bichinho que corrói, esperança sabe?  Idiotice não tem idade.

segunda-feira, agosto 22, 2011

Eu queria...

Eu queria não ter me separado de você há vinte e tantos anos, eu queria principalmente me lembrar do porque de termos nos afastado. Eu queria não me perguntando como você estaria, onde você estaria. Eu queria mesmo, de verdade, que há 12 anos atrás você tivesse me encontrado. Não queria ficar me perguntando como teria sido se isso tivesse acontecido. Eu queria não ter te achado. Mentira. Eu queria sim ter te achado, mas queria que você estivesse mais perto, perto assim para que eu pudesse te olhar nos olhos, e sei lá, idiotice, talvez fizesse alguma diferença. E queria mesmo que você não agisse do modo que vem agindo. Mas eu só posso mandar no meu querer. Mesmo que eu queria mandar no seu. Queria que 7 horas pudessem valer mais que 20 anos de ausência. Queria que tuas palavras fossem verdadeiras. Eu queria mesmo não me preocupar com tudo isso. Eu queria poder simplesmente deixar pra lá. Não queria ter que sentir esse aperto no peito. Não queria sonhar com você como a noite passada. Queria poder olhar pra você ao menos uma vez, porque sabe, isso tudo pode ser apenas o que eu quero que seja e não o que de fato é, não é mesmo? Eu não queria ter essa esperança tosca de que você cumpra a sua promessa. Até porque se você pode ser capaz de me ignorar, não posso querer que se lembre do que me prometeu. Eu queria ter perguntado se você jurava, depois de ter prometido, assim:

-Eu prometo.

- Você Jura?

- Juro.

- Jura assim por sua mãe mortinha?

- Sim, eu juro!

Sabe, se você tivesse jurado...


 
(escrito hoje quando acordei, depois de um sonho com quem eu não queria sonhar, onde ter jurado fez toda a diferença)

sábado, julho 30, 2011

Fato. O mundo é um ovo!

Entre eu e a pessoa que anda tirando meu sono, minha paz e o restinho da minha sanidade são 7256KM. Já fazem 15 dias que eu não sei dele e ainda me sinto igual. Depois de mais de 20 anos em notícias acreditem, esses 15 dias tem sido os piores. Mas passa, tem que passar. Não se tem outra escolha!

Camila, mora em São Paulo, é phina, linda e nunca esteve cá na minha cidade. Conheço ela sei lá, uns 5 anos talvez mais, talvez menos, é daquelas amizades que pode-se passar séculos sem se falar que continua igual, e não se sabe há quanto tempo acontece. Amizade de ligar pra ver se vai de beringela ou de oncinha. Camila é amiga irmã. Por conta disso numa madrugada estava mimimimi com ela no msn, e ela estava lá há 7256KM de distância. Tinha que dormir porque voltava para o Brasil cedo. 

Ontem a noite, Camila comenta que quando estava lá conheceu um ser do mesmo nome, brazuca, que trabalha no hotel que ela estava hospedada (tipo ela é muito chic). Eu juro que não imaginei ser possível. Eu não sei quantas pessoas tem naquela cidade, mas  tem fácil mais de 200 mil habitantes, então qual a probabilidade de duas pessoas que eu conheço, mas nem sabiam da existência da outra se conhecerem?

Na minha vida fufida, é enorme. Tão grande que eles se conhecem! Não amigos, mas tipo se conhecem, se falaram, e o pior, ela achou ele gatinho! Assim, podia virar novela né. Mas claro que a minha vida não é uma novela, por que se fosse já tava na hora deu parar de tanto chororô e ser feliz pra sempre. Talvez seja uma novela bem ferrada do SBT.

Por enquanto, me resta morrer de inveja da Camila, porque afinal, eu que deveria ter encontrado ele né rs, e ter raivinha de não sabermos disso na noite que nos falamos e ela ainda estava lá, porque eu juro que ela desceria do quarto dela e iria colocar ele na parede! haha.

O mundo é um ovo. Fato!

domingo, julho 24, 2011

Eu aviso antes, vai ser extremamente confuso tudo isso.



Eu quis tanto acreditar neste conto de fadas. Mas eu sei que contos de fadas não acontecem, principalmente na minha vida. Eu estou pagando muitas encarnações desastrosas pelo jeito. Você não tem pretensão de voltar para o Brasil. Eu não tenho como ir te encontrar. Há quase uma semana é como se não tivéssemos nos reencontrado. Assim como há mais de 20 anos, sumiu de novo da minha vida. Ou se deu conta deste engano antes ou é apenas mais um escroto. E ta doendo. Juro que ta doendo lá no fundo. Porque representou uma possibilidade, porque por pouco tempo foi mágico, foi exatamente o que eu precisava para dar um tom leve a minha vida tão tumultuada no momento. Porque era alguém que eu conhecia, que era legal, quer foi um nerd na infância, que fazia meus trabalhos de ciência e que nunca poderia ter virado um escroto. Claro, eu surtei, Aliás, quem não surtaria com aquilo tudo. Mas se me serve de consolo, se serve para aliviar qualquer coisa, eu não imaginei tudo isso. Não mesmo. Desta vez aconteceu e eu tenho todas as provas guardadas.  Poderia ter sido belo, poderia ter sido um balsamo. Poderia ter sido tantas coisas. Mas sei, ou pelo menos estou tentando me conformar, que não poderia ser real e muito menos eterno. Quem sabe (e eu inutilmente ainda não consegui me desapegar desta ideia ridícula) poderá ser uma epifania em dezembro. Mas até lá eu tenho meses pra me convencer de que SÓ poderá ser isso. Se não me convencer disso nunca poderia te encontrar. O melhor mesmo seria eu nem querer te ver. Mas ainda preciso trabalhar isso em mim, confesso. Se apenas te reencontrar virtualmente me desconpensou dessa forma, imagina o mal que não me causaria sua presença. Que mal eu mesma não me causaria.  Mas sabe eu preciso dizer, na verdade eu acho que eu preciso me dizer isso. Você poderia ter se dado conta disto tudo antes, você poderia ter visto que era uma loucura imensa, mas tinha que ter assumido que tanto eu quanto você perdemos o tom e contribuímos para isso. Acabou sendo mais um escroto como tantos outros que eu conheço. Depois de tudo, seria digno uma palavra. Silêncio não combinava com a situação. E mesmo sabendo que deveria ter te riscado da minha cabeça no momento que soube que você não se dá ao trabalho nem de responder para própria mãe! Eu sou fraca o suficiente pra assumir que não consegui. Que mesmo assim, eu não consigo de parar de sentir tudo isso, afinal não estaria sentindo se não fosse tão importante pra mim. Mas vai passar, todo sentir se esvai, mais cedo ou mais tarde. Dessa vez só vai demorar um cadim mais. Sinto que estava errada, no lugar de verborragia vem ai um ostracismo. Vou precisar mais uma vez me esvaziar. Um pouco do amor próprio escorreu. Mas não morri antes, em situações bem piores, não vai ser agora não é mesmo?

sexta-feira, julho 22, 2011

Email 2

Eu mandei, claro. Tenho mesmo essa necessidade de dizer o que penso, de auto-sabotagem e de me sentir idiota depois.


* Se me serve de consolo, eu deletei várias partes, tão dramáticas...

quarta-feira, julho 20, 2011

Email

Escrevi um email. Um daqueles emails que não vou enviar.
Mentira, eu vou. Não sei quando, mas sei que um dia, eu vou acordar e vou clicar no enviar.
Li e reli milhares de vezes. Não me reconheço em uma linha. Mas mesmo assim não queria mudar uma vírgula. Tão piegas, tão sério. Tento dar um ar leve àquilo tudo, mas não sinto vontade de mudar nada. É exatamente o que eu quero dizer (mas que no fundo queria não precisar dizer, compreensão por telepatia?).

Ficou tão diferente do que eu sou, que até me assusto.

segunda-feira, julho 18, 2011

Extase Extase

Já se passaram mais de 20 anos e nunca imaginei que te acharia tão igual ao garoto que conheci. O garoto para quem eu elaborei os meus primeiros planos secretos sobre o futuro. Na minha cabeça iríamos nos casar e viver na sua casa, lá tinha piscina claro, teríamos um casal de filhos, gêmeos... Sim, isso foi bem antes de saber o tanto de trabalho que filhos podem dar. Quem diria que fui a sua primeira namorada! Se soubéssemos dos nossos pensamentos secretos, teríamos seguido o plano?

Tão bom te reencontrar. E uma pena que 7256KM de distância  não me deixam dizer que foi bom abraçar você.

Ainda estou em extase.
 
O que realmente sobrou de nós, não importa, vamos descobrir. Como você mesmo disse “Por favor, veja a importância que representamos juntos.”

Também espero ve-lo em breve.

sexta-feira, julho 15, 2011

Namore uma garota que lê

Namore uma garota que gasta seu dinheiro em livros, em vez de roupas. Ela também tem problemas com o espaço do armário, mas é só porque tem livros demais. Namore uma garota que tem uma lista de livros que quer ler e que possui seu cartão de biblioteca desde os doze anos.

Encontre uma garota que lê. Você sabe que ela lê porque ela sempre vai ter um livro não lido na bolsa. Ela é aquela que olha amorosamente para as prateleiras da livraria, a única que surta(ainda que em silêncio) quando encontra o livro que quer. Você está vendo uma garota estranha cheirar as páginas de um livro antigo em um sebo? Essa é a leitora. Nunca resiste a cheirar as páginas, especialmente quando ficaram amarelas.

Ela é a garota que lê enquanto espera em um Café na rua. Se você espiar sua xícara, verá que a espuma do leite ainda flutua por sobre a bebida, porque ela está absorta. Perdida em um mundo criado pelo autor. Sente-se. Se quiser ela pode vê-lo de relance, porque a maior parte das garotas que leem não gostam de ser interrompidas. Pergunte se ela está gostando do livro.

Compre para ela outra xícara de café.
Diga o que realmente pensa sobre o Murakami. Descubra se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entenda que, se ela diz que compreendeu o Ulisses de James Joyce, é só para parecer inteligente. Pergunte se ela gostaria de ser a Alice.

É fácil namorar uma garota que lê. Ofereça livros no aniversário dela, no Natal e em comemorações de namoro. Ofereça o dom das palavras na poesia, na música. Ofereça Neruda, Sexton Pound, cummings.Deixe que ela saiba que você entende que as palavras são amor. Entenda que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade mas, juro por Deus, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco como seu livro favorito. E se ela conseguir não será por sua causa.

É que ela tem que arriscar, de alguma forma.
Minta. Se ela compreender sintaxe, vai perceber a sua necessidade de mentir. Por trás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. E isto nunca será o fim do mundo.

Trate de desiludi-la. Porque uma garota que lê sabe que o fracasso leva sempre ao clímax. Essas garotas sabem que todas as coisas chegam ao fim. E que sempre se pode escrever uma continuação. E que você pode começar outra vez e de novo, e continuar a ser o herói. E que na vida é preciso haver um vilão ou dois.

Por que ter medo de tudo o que você não é? As garotas que leem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Exceto as da série Crepúsculo.

Se você encontrar uma garota que leia, é melhor mantê-la por perto. Quando encontrá-la acordada às duas da manhã, chorando e apertando um livro contra o peito, prepare uma xícara de chá e abrace-a. Você pode perdê-la por um par de horas, mas ela sempre vai voltar para você. E falará como se as personagens do livro fossem reais – até porque, durante algum tempo, são mesmo.

Você tem de se declarar a ela em um balão de ar quente. Ou durante um show de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Ou pelo Skype.

Você vai sorrir tanto que acabará por se perguntar por que é que o seu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Vocês escreverão a história das suas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos mais estranhos ainda. Ela vai apresentar os seus filhos ao Gato do Chapéu [Cat in the Hat] e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos de suas velhices, e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto você sacode a neve das botas.

Namore uma garota que lê porque você merece. Merece uma garota que pode te dar a vida mais colorida que você puder imaginar. Se você só puder oferecer-lhe monotonia, horas requentadas e propostas meia-boca, então estará melhor sozinho. Mas se quiser o mundo, e outros mundos além, namore uma garota que lê.

Ou, melhor ainda, namore uma garota que escreve.





~De Rosemary Urquico
(Tradução e Adaptação de Gabriela Ventura)


Roubei da Carol que roubou de uma pá de gente que eu não copiei rs

quarta-feira, julho 06, 2011


Então que estou organizando uma viagem para o povo do comercial aqui e mais 50 clientes. E esse nem é meu trabalho!
Estou vendo voos, hotel, e vou dizer uma coisa quarto duplo é coisa do demo, to tentando agradar todo mundo, mas nunca fica todo mundo contente com as divisões de quarto. Sem contar que tenho que aturar estrelismo de cliente que não aceita dividir apartamento. Sorry, não vá. Ver translado, reservar restaurantes. Agendar visita na fábrica, nos departamentos. Sabe essa coisa gostosa de eventos que tem um monte de gente que adora!? Então, eu ODEIO, não sou sociável para tanto. Me irrita a lerdeza das pessoas. Informei ao setor de marketing a quantidade de pessoas, me mandaram metade das camisas necessárias, pois "não informei a quantidade de camisas". Não seria uma para cada um?? Enfim, to há quinze dias a beira de um ataque de nervos, tendo que administrar as inclusões, alterações, desistência porque mesmo eu informado data limite para isto sempre vem um diretor "para dar um jeitinho".
Ai que agora, um ser lá, enfim se da conta: "tu ta fazendo tudo para todo mundo e nem vai no evento?"
Pois é.
Esta é minha vida!

sábado, junho 25, 2011

Eu? *

Eu ando por aqui achando a vida bem sem graça, e ela - a vida

 - por conseqüência, me achando mais sem sal ainda.













*re-postando