domingo, novembro 06, 2011

Eu me sinto tão idiota quando sei que deveria tirar algo da minha cabeça e não consigo. Quando deveria deixar pra lá. Deixar ir. Porque se tudo que foi é sido, o que não foi é o que? Eu deveria, eu sei disso. Não sou nada madura emocionalmente. Quando eu vou lá e mesmo sem querer vejo que você esta on, a muitos quilômetros eu me pergunto por que ainda tenho esperanças de que de alguma forma tudo que foi falado possa ser realidade. E eu nem acredito em conto de fadas... Fazer o que né? E eu te ignoro, como você me ignora. Sou rainha nisso de fingir que não to ligando. Eu consigo sorrir quando não to legal. Anos de pratica. Mas no fundo ainda tem aquele bichinho que corrói, esperança sabe?  Idiotice não tem idade.

11 comentários:

Anne disse...

É que de vez em qdo a gente precisa acreditar. Faz parte, não é burrice, não é idiotice, é só necessidade. De vez em qdo a gente precisa ser humana, e só!

Espero que seja, ou que passe!

Bjo

Janaina disse...

É, xará, não tem idade...mas ultimamente acho que se chama Janaina...Tamos bem nós duas na fita... :(

Carlos Medeiros disse...

concordo com a Anne. Acreditar é ser humano.

Tathiana disse...

Tb tenho dificuldade de simplesmente deixar ir. Mesmo qd sei q não há alternativas. Droga!
Beijos.

Renan Mazoroski disse...

Parece que fui eu que escrevi isso. Estou numa fase parecida.

katy disse...

oi janaína, lembrei daquele filme, acho que é "brilho de uma mente sem lembranças", ou algo assim. se a gente pudesse simplesmente esquecer... mas lembrar faz parte, nós somos as nossas lembranças. que bom que vc voltou. bjs

Julia disse...

=)

Sei como é...

Luma Rosa disse...

Ah, Jana!! Você é muito orgulhosa! (rs*) Quem sabe está os dois esperando e perdendo a oportunidade de serem felizes?
Boa semana! Beijus,

Pensando disse...

Só pra referendar o que a Katy disse, o filme é "Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças" com o Jim Carrey, um marido magoado por sua esposa tê-lo deletado (literalmente) de sua memória. Inconformado, resolve retribuir na mesma moeda e procura o Doutor Howard para passar pela mesma experiência. No decorrer da operação, percebe que, na verdade, ele não quer excluir Clementine de sua vida, e sim manter bem viva em sua memória os momentos em que estiveram felizes. A partir de então, ele enfrenta uma incrível luta dentro de sua própria cabeça para que essas memórias continuem vivas dentro de si, em mais uma loucura sensível de Charlie Kaufman. O filme é simplesmente...humano, pois coloca o coração frente à razão, que é o que nos tira o sono (ou nos faz sonhar) sei lá.
Beijo moça

Carol Rodrigues disse...

Vc é minha alma gêmea demais. DEMAIS.
Mais até do que deveria ser...

Ricardo Lopes disse...

Caraka eu adoro ler blogs de todoso s tipos, mas esse texto caiu no meu mundo ... o que vc fez pra solucionar esse caso !!! porque eu ainda nao encontrei ...