sexta-feira, setembro 30, 2005
quinta-feira, setembro 29, 2005
Desarmamento
O assunto é polêmico, e eu não vou aqui tentar impor a minha opinião a ninguém, apenas vou dizer o meu ponto de vista, no que acredito e o porque de no dia 23 de outubro, eu votar NÃO ao desarmamento.
Quando falo que sou contra ao desarmamento, não estou fazendo apologia para que todo cidadão se arme, eu, por exemplo, nunca tive arma em casa, e nunca pretendo ter, mas a questão é que a pessoa deve ter o poder de escolher. O não desarmamento apenas nos permite ter a opção.
quarta-feira, setembro 28, 2005

Eu de fraldas e mamadeira, minha irmã (de vermelho), meu pai, e a vaquinha. Na fazenda, Arco Verde/RS
MUUUUUUUUUUUUUUUUUU!!!
terça-feira, setembro 27, 2005
Caos
segunda-feira, setembro 26, 2005
Finde
Sábado de chuva, dia inteiro em cima da cama comendo pipoca e vendo DVD com o filhote. A noite convenço o namorido a sair pra dançar, esse convencimento dura exatos 1 hora e 15 minutos, quando chega em frente ao local diz que nem em sonho vai entrar, tudo isso porque o local tava assim com a fila meio grande. Acabamos a noite num buteco tomando ceva e comendo frango a passarinho.
Domingo em fim o sol vinga e rola chimas com a amiga, com algumas das flores e oficialmente conhecer a empada. (Pude constatar que é uma empada que não conhece nem Porto, ao não saber onde era o Monumentos dos Expedicionários da Rendeção, não tive dúvidas: "É uma menina de Parcão!" Hahahaha). Tirando Bernardo que tava um grude, e uma manha só, a tarde foi tranqüila.
No fim de tarde Bernardo teve febre, dei remédio e banho mas a febre alta não baixava, acabei levando ele no médico, esta com laringite e otite, mas está bem, medicado e hoje em casa de folga da escola. Foda ver nossos filhotes assim amoados, mas hoje pela manhã ele me pareceu bem mais alegrinho.
Foi isso finde sem muitas estripulias, tranqüilo, como a vida deve ser.
sexta-feira, setembro 23, 2005
quinta-feira, setembro 22, 2005
Jamais
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!
segunda-feira, setembro 19, 2005
quinta-feira, setembro 15, 2005
quarta-feira, setembro 14, 2005
Dois filhos de Francisco
segunda-feira, setembro 12, 2005
O AMOR É CEGO, MAS NEM TANTO
Já ouvi dizer que o melhor para casar, é uma pessoa igualzinha à gente. Já ouvi também, o contrário. Que o melhor é alguém bem diferente, para agir como um elemento complementar.
Já li uma pesquisa, feita por computador, mostrando como as pessoas se escolhem por semelhança. E já encontrei, pela vida, um sem número de casais, bem casados, ditos cheios de diferenças.
Entretanto, responda depressa: o que é alma gêmea?
Se respondeu "uma alma igualzinha à da gente", errou. Acertou se disse "aquilo que todos procuram". Errou na primeira hipótese porque uma alma igualzinha à da gente não existe. Se compararmos almas, ditas gêmeas, entre si, veremos que não são forçosamente parecidas uma com a outra.
Basta que uma alma nos tangencie naqueles pontos mais sensíveis - os que consideramos constitutivos de nossa personalidade - para dizermos que ela é nossa alma gêmea.
Aqueles que se casam considerando-se idênticos descobrem, com o passar do tempo, a limitação desta identidade.
E aqueles que se casam atraídos pelas diferenças, surpreendem-se adiante, por serem tão mais semelhantes do que imaginavam.
O mecanismo é óbvio. Na hora da escolha, aquilo que mais nos atrai no outro nos torna cegos para o resto.
Gradativamente, porém , recuperamos a visão, nosso olhar se faz mais abrangente e passamos a ver nosso parceiro em sua totalidade.
Passamos a perceber então aqueles pontos que havíamos ignorado porque não nos tocavam diretamente.
Com o tempo também, já estabelecida a convivência, e superado o medo inicial da entrega, estamos em condições de descartar o artifício da alma gêmea.
Não só começamos a conhecer de fato o outro, como passamos para um estágio em que, atribuindo-lhe defeitos que antes não víamos, fazemos questão de não nos identificarmos com eles. O que é importante agora são as diferenças.
Quando você acha que entendeu tudo e pára de prestar atenção na canoa, cuidado, que ela pode virar.
Você é uma pessoa com quinze anos, outra com vinte, uma terceira com trinta e assim por diante.
Idem com os outros. Inclusive com aquele que você escolheu para ser seu parceiro porque era tão igual a você. Ou diferente. E que possivelmente , com o passar do tempo, deixou de ser uma coisa ou outra.
O problema é em que direção a gente está mudando, e se esta direção serve ao parceiro.
Não é nada que se possa realmente controlar. Ou que se deva controlar.
Dá para se ter um jogo de cintura, negociar um tanto, operar com um pouco de estratégia.
O que não se pode é apelar para o gesso, tentar imobilizar, para garantir.
A mudança tem sua graça. É dele que um bom casamento vive e se alimenta. Quando dá certo, costumamos chamá-lo renovação.
Mas também pode virar desgraça. É quando o casamento se torna mau, nos envenena.
E voltamos à estaca zero, à pergunta mais óbvia: o que contém menos risco, escolher um parceiro parecido ou diferente de nós?
O risco está em escolher alguém, seja quem for. Mas é um daqueles riscos que vale a pena correr, assim como todos os dias escolhemos o risco de viver.
Isto posto, temos uma série de possibilidades a considerar.
O ideal seria escolher alguém, não pelo que é em relação a nós, mas pelo que é em relação a si mesmo. Teoricamente fica lindo.
Na prática é dificílimo. Simplifiquemos. O melhor é escolher alguém pelo que representa como pessoa e não como espelho para você.
Tendo em vista que, passados os primeiro meses de cegueira, é com a pessoa que vamos ficar, não com o espelho, me parece uma estratégia bastante razoável.
Dentro de um conceito mais prático, prefiro um máximo de semelhanças nos pontos básicos e, no resto, o que Deus quiser.
Pontos básicos são aqueles sobre os quais não estamos dispostos a transigir e sem os quais não conseguiríamos sequer nos reconhecer. São aqueles pontos que nos definem.
Mas uma coisa é inquestionável: seja qual for a escolha, não pode ser feita às custas da individualidade de nenhum dos parceiros.