Tem coisas que eu não sei e nem espero um dia aprender a lidar. Falta de maturidade nos relacionamentos, mentiras e filha da putice, são algumas dessas coisas. Envolver-se com alguém, deixar que essa pessoa compartilhe de sua vida, da sua casa, da sua família, que faça parte dela, pra mim é algo muito sério. E a imaturidade com que as pessoas tratam sentimentos alheios simplesmente não me é simples entender. A facilidade com que as pessoas descartam pessoas me corta pela frieza. E eu definitivamente não sou uma pessoa fria. Não trato pessoas como objetos, que servem somente de degraus para que possamos atingir nossos objetivos. Pessoas não são descartáveis. E o mínimo de maturidade e respeito quando se deixa de sentir algo é importante. Somos feitos de sentimentos e sentimentos são mutáveis, pessoas deixam de sentir, sentimentos se modificam, entendo tudo isso. Agora filha da putice é falta de caráter e nada mais. É falta de vergonha na cara. Por isso nunca trai, deixei de gostar de algumas pessoas nos meus relacionamentos, e sempre fui sincera com isso, sempre tive cuidado em não machucar além do necessário ninguém. Eu nunca fui filha da puta. Eu nunca arrastei um relacionamento até achar alguém para ocupar aquele lugar por medo da solidão. Não que eu não tenha medo da solidão, tenho e já afirmei aqui, mas acredito que não podemos usar as pessoas como base e solução dos nossos problemas. Eu já magoei muito algumas pessoas, por ser impulsiva, por ser estourada, por falar coisas sem pensar. Mas tenho a consciência tranqüila que em nenhum dos meus relacionamentos alguém pode dizer que me faltou caráter. Que me faltou sinceridade. Eu nunca acreditei que se paga com a mesma moeda. Pois acreditem sou PHD em filha da putice alheia, afinal são quase 30 anos em que me deparo com alguns dos tipos mais canalhas. Mas eu? Eu tenho minha cabeça tranqüila, eu deito no travesseiro e sei que posso ter errado muito, em diversos momentos, mas eu nunca perdi a índole que tenho. Eu nunca magoei propositalmente, eu nunca usei ninguém, mesmo tendo tido a chance disso três vezes, eu nunca fiz ninguém de estepe na minha vida enquanto procurava um pneu novo. Isso me alivia. Mas não serve pra compreender atitudes alheias. Não me ajuda a ver onde esta a naturalidade em usar pessoas, em se aproveitar de sentimentos. Eu simplesmente não consigo achar natural que se traia, que se perca o respeito, que falte dignidade e vergonha na cara para assumir olhando no olho do outro o que se fez. Sempre dei minha cara à tapa e geralmente virava o outro lado, mas todas às vezes fiz isso olhando dentro dos olhos e sendo o mais sincera que posso ser. Nunca me escondi por trás de deboches, pois relacionamentos, pessoas, são compostas de sentimentos e sensações e deboche não cabe nesse contexto. Pra isso existem palhaços de circo, que no fim nem são tão engraçados. Mesmo quando foram canalhas e filha da puta comigo, tentei manter o mínimo de civilidade, de respeito, não pela pessoa, mas pelo que vivemos ou deixamos de viver, no fundo por respeito a mim, ao que eu acredito, pelo que penso eu ser a base de toda e qualquer relação humana. Mas eu tenho meu limite, eu tenho o ponto que perco toda e qualquer educação, que eu deixo de respirar fundo com deboches, que eu desço do salto, pois eu fervo, e imaturidade alheia, principalmente em assumir que jogou merda no ventilador e que lhe faltou honestidade eu não aturo. Nesse dia, nesse momento, a outra pessoa simplesmente morre pra mim. E depois de morto eu simplesmente paro de sentir qualquer coisa, até mesmo civilidade. Afinal não há necessidade de ser civilizado com quem, pra mim, não existe.
sexta-feira, novembro 28, 2008
Do que me é incompreensível
quarta-feira, novembro 26, 2008
Rapidinhas
- Então que um telefonema assim do nada, com convite assim despretensioso, faz com que a gente se lembre da mulher que é, e faz um bem danado pra auto-estima;
- Mila, esta de volta, Em Cima do Salto Agulha, não vão deixar de conferir né?
- Eu não entendo qual a dificuldade das pessoas devolverem o que não lhes pertencem. Juro que fica parecendo birra só pra se sentir notado... ai ai ai, me falta paciência....
- Ta calor, muito calor, e eu to fazendo as contas de quando volta o frio...
- Eu ainda teria algumas coisas pra falar em função de outras coisas, mas, ainda não é o momento.
- É isso, rapidim que to com sono...
terça-feira, novembro 25, 2008
Das delicadezas inexplicáveis
Eis que despacho mais que depressa o ser do correio e abro minha caixinha mágica amarela e azul. Dentro: Um livro, que fez um bem danado a quem me mandou, e eu espero sinceramente que me faça o mesmo bem. Uma “florzinha do jardim dela com muito amor para me alegrar e um anjinho para olhar por mim, com cheiro de capuccino para instigar minha alma gorda como a dela”! Um cartão e uma carta em papel de carta rosa!! (Rosinha, rosinha).
Eu que já tava assim chorando de cantinho, me lavei toda lendo a carta em papel de carta rosa com balões de estrelas e crianças voando em luas... Como é que vou explicar? Uma carta verdadeira, uma carta de preocupação, uma carta de amizade, de alguém que infelizmente mora tão no cu do mundo como eu, e nem posso abraçar forte agora pra agradecer...
Eu nem sei bem o que escrever de fato, porque realmente to emocionada e aos prantos, porque essas delicadezas que a vida me dá me tiram o nexo, porque nessas horas eu penso que: “Porra! A vida tem gente doce por ai e não somente essa gente escrota que cruza meu caminho”. Me faz ter certeza que afinidade, intuição, carinho, amizade, amor nada tem a ver com nada, apenas com alma, e que a identificação mutua é algo que realmente não se explica. Uma caixinha amarela com azul, recheada de sonhos e felicidade, que me salvou à tarde, e tenho certeza que me servirá de muito, todo o dia que eu precisar respirar fundo. Carinho gratuito e sincero ultimamente tem me arrancado rios de lágrimas.
Lilith, eu não tenho nem palavras, eu não sei nem o que escrever, na verdade não tem palavras pra descrever as lágrimas que rolaram ao ler sua carta, lágrimas de gratidão, de alivio entende? Gratidão por vc dividir um cadim de sua vida, sua historia comigo, e de alivio por mim, acho que era aquele choro contido que precisava de uma forma ou de outra sair...
Eu ti!
segunda-feira, novembro 24, 2008
Dos Limites
Tudo nessa vida tem um limite, até para o sofrimento...
7 dias... Deu tempo de morrer, de velar, de enterrar e de rezar a missa...
Agora deu.
*************
"Então, de repente, sem pretender, respirou fundo e pensou que era bom viver. Mesmo que as partidas doessem, e que a cada dia fosse necessário adotar uma nova maneira de agir e de pensar, descobrindo-a inútil no dia seguinte - mesmo assim era bom viver. Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. Tinha quase certeza."
Caio Fodástico de Abreu, claro.
terça-feira, novembro 18, 2008
Estar Sozinho
Estar sozinho é engraçado, louco, angustiante, libertário e triste, tal qual estar com alguém. No entanto, estar sozinho é absolutamente o oposto de estar com alguém.
Tati Bernardi
Recebi esse texto por e-mail hoje, e chorei rios lendo. Mas me fez pensar que estar junto e sentir-se assim igualmente sozinho, é muito pior do que estar sozinho de fato. Eu sei, eu vou chorar até esvaziar, eu vou sofrer a ponto de achar que vou morrer, mas não vou. Eu só sei matar as coisas em mim dessa forma, me esgotando, me acabando e chegando ao fundo do poço, porque uma vez lá não se tem outra opção além de subir de volta. Mas eu sei, eu preciso acreditar, que talvez estar sozinho, seja a possibilidade de um dia estar junto de verdade.
segunda-feira, novembro 17, 2008
sexta-feira, novembro 14, 2008
quinta-feira, novembro 13, 2008
Covarde, por idade!
É fato, com o passar dos anos ficamos covardes. Crianças são destemidas, por desconhecerem os riscos das ações. Adolescentes são impetuosos por se acharem os donos do mundo, por acharem que têem todo o tempo do mundo para tudo. Por simplesmente ser de sua natureza. Eles arriscam, não tem medo do futuro, não o temem e o enfrentam. Mas crescemos e adiquirimos medos. Por acreditarmos que não temos todo tempo do mundo. E por termos sentidos na pele que o mundo não é nosso. As dores, as burradas, as experiências de vida trazem junto com um pseudo-amadurecimento, o medo. Temos medo das mudanças, por nos preocuparmos agora se a mudança dará certo. Medo de arriscar e não ter tempo para consertar. Não trocamos de emprego por comodismo, além de que não enxergar o futuro não é mais tão estimulante como antigamente. Tememos começar relacionamentos por acharmos tarde de mais e verdadeiro pânico de terminá-los, estranhamente pelo mesmo motivo. Raros são os que se salvam, raros são aqueles que a vida liberta e não aprisiona. Poucos são os verdadeiramente corajosos. Que ao crescerem mantém ta força da adolescência e são destemidos para continuarem a agir como crianças descobrindo o mundo. A responsabilidade nos torna chatos, prudentes, melancólicos... “Ah se ainda tivéssemos tempo!”. Ratos de laboratório, padronizados, tentando apenas fazer o que devemos fazer para não nos sentirmos excluídos. Alguém que larga tudo, carreira, casa, carro, para ir atrás de um sonho é tachado por nós, com inveja, de maluco. A verdade que sabemos, mas negamos é que não temos a mesma coragem. Ela nos é geralmente arrancada com dor, a nossa dor. Eu assumo, sou covarde, por idade!
quarta-feira, novembro 12, 2008
Sem saco pra pensar em títulos.
Eu estava pensando, meu sonho de ontem podia ser uma metáfora da minha vida. Vem sonhando, sonhando e ploft, cara no chão, não resta mais nada além de acordar. Ando irritada, e por Deus, queria socar minha cara de tanta irritação que eu to, e como uma das coisas que andam me irritando fui eu que provoquei, eu tenho vontades absurdas de bater com cabeça na parede. Ando insuportavelmente chata. Reflexo de uma vida que anda insuportavelmente chata. No fundo somos reflexos, de tudo. Ai junta a vida chata, com essa época escabrosa que se aproxima... E eu viro algo bem próximo de um cão raivoso. Não gosto de natal, suporto ano-novo, mas natal definitivamente não é minha época. Eu fico um pé no saco, e só consigo pensar que minha carteira magra, vai virar anorexica, lojas lotadas, em gente correndo como barata tonta, aquela “neve” num País com esse calor, em toda aquela gente que não fez nada o ano inteiro e de uma hora pra outra se sentem os reis da solidariedade porque deram um quilo de arroz pra qualquer campanha, em todos os sorrisos falsos de fim de ano de gente que nunca mostrou os dentes pra você antes e essa coisa idiota, que uma noite vai fazer toda vida mudar na manhã seguinte. Enfim, tudo de novo, e eu só rezo pra sobreviver. Sensação de que terei 60 dias de TPM. Estou a um fio de mandar meu emprego à merda, simplesmente porque eu sou uma anta e cometi a asneira de misturar gente da minha vida pessoal na minha profissional, e virou uma paçoca daquelas que você mastiga e esfarela mais, ruim de engolir, e eu praticamente não tenho faço outra coisa além de falar dessa coisa toda com gente que eu deveria relaxar e não me estressar. Se todo mundo tem um limite o meu transbordou faz tempo. Vontade de ir pro raio que parta junto com o capeta e viver de sacanagem até tudo isso passar. Pois acreditem nem sacanagem eu ando fazendo! Não há mente nem corpo que agüente, e tenho a sensação que mais dia menos dias eu simplesmente vou explodir e entrar em surto. Daí, nem meu tarja preta resolve mais!
terça-feira, novembro 11, 2008
Dream
Então que eu estava sonhando, sonho bom entende? Bem bom mesmo. Daqueles que se eu tivesse acordada teria dito “finalmente um sonho que vale a pena sonhar”, eis que na melhor parte do sonho, tudo fica escuro eu começo a cair
cair
cair
cair
cair
cair
cair
cair
PLOFT! Eu acordo...
Nem meus sonhos andam prestando....
domingo, novembro 09, 2008
sexta-feira, novembro 07, 2008
Da idéias de girico geniais que eu tenho
Eu to dura. Lisa. Quebrada. Falida. Fudida. Então que eu tive uma excelente idéia. Eu atendo em média 5 ligações por dia de pessoas que pedem que eu ajude outras pessoas com doações, mas eu não ajudo (musica melodramática ao fundo), porque eu to tentando achar um jeito de ajudar a minha carteira nessa solidão desenfreada que ela se encontra. Em crise existencial, por não saber mais qual o papel nesse mundo. Sentindo-se inútil e imprestável... Quase se suicidou essa semana a coitada. Então, que tive a idéia (troque para musica de Rock - quando ele sobe as escadarias) de “auto lançar” uma campanha “Visite a Jana e doe um real!” O que é um misero real pra você? Se cada um que me visita me doar um real por dia, tendo em vista uma média de 30 coments/dia, por 5 dias da semana (eu dou folga no fim-de-semana), por 4 semanas ao mês, temos o que? Uma média de R$ 600,00/mês. Posso então começar a tirar o dedo mindinho da lama, e colocar a carteira (coitada, em depressão) no respirador! E o que vocês ganham em troca? Uma Jana bem mais humorada! Hein? Hein? Hein? O que acham?
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Bem agora vamos esquecer isso (mentira, vocês podem continuar pensando nisso) e vamos todo mundo dar os parabéns pra pessoa mais phyna dessa blogsfera: Lilith, todos os confetes do mundo pra você!! \O/
quinta-feira, novembro 06, 2008
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
terça-feira, novembro 04, 2008
Se for assim não brinco mais.
E eu que queria apenas uma resposta para uma pergunta que na verdade é composta por umas três...
quarta-feira, outubro 29, 2008
Não é tristeza.
Acho que perdi a mão. Pra essa coisa toda. Pra isso aqui tudo. Esse lance de escrever, não me é mais fácil. Ultimamente tem sido dolorido. Quase que parido. Textos paridos, de parto normal e sem anestesia. Nada do que escrevi nestes últimos dias me agradou ou é possível de ser publicado. É um monte de coisas truncadas sem nexos para alheios. É um monte de palavras jogadas na esperança vã de tentar entender alguma coisa que não tem entendimento. Coisa de louco. Estranhamente tenho escrito mais do que de costume. Mas nada presta. É reflexo dessa coisa toda que me falta absurdamente. É uma falta que chega a ser física. Não dá pra explicar. Por mais que eu saiba que preciso me perdoar e que isso é infinitamente mais difícil do que perdoar alguém, acho que realmente não se dão conta de tudo que me falta. Ou sei lá, até possam ver isso. Mas ai já é algo de ligar ou não. Não sei. Na verdade eu não ando sabendo de muitas coisas no que diz respeito a mim. Só sei que não estou triste. Não é tristeza que me acomete. É alguma outra coisa que me tranca de ser eu de novo. É uma espécie de medo. Sem ser medo. Mas uma reticência de falar que anda me deixando louca. Completamente um ciclo seco, como diria Caio F. Aquela coisa de ir fazendo, o que se tem que fazer simplesmente. Sem prazer ou desprazer. É um tanto faz constante acrescentado de uma vontade absurda de gritar “ei !!!acorda!”. Uma vontade que passa num segundo, pois sei lá, me vem aquela coisa toda da reticência. E eu me calo. Ta ficando confuso isso tudo, e eu vou parar de tentar explicar. Na verdade dei as caras aqui só para dizer que talvez essa coisa toda demore um pouco mais. Ou não, pode ser que acorde achando que tudo passou. O fato é, não tem tempo ok? Sem prazo algum. Apenas quando der. Quando eu achar que consigo novamente fazer dessa coisa toda de escrever um prazer. Pode ser a qualquer momento. Mas acreditem, não é tristeza. É só vazio.
segunda-feira, outubro 27, 2008
Tempo...
"Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára..."
Preciso de um tempo daqui, um ou dois dias talvez. Quem sabe mais.
sexta-feira, outubro 24, 2008
Meme
Nome: Janaina (sem sobrenome pq ai vcs vão jogar no Sto. Google e vão saber até a cor da calcinha que eu não uso!)
Idade: Quase 30 (ai medo!)
Local de Nascimento: Porto Alegre/RS
Peso: Mais do que deveria! Ho Ho Ho
Altura: Eu achava que era 1,67, mas esses dias me medi e deu 1,65, estou encolhendo!
Apelido de infância: Jana (até hoje)
Qual é a sua maior qualidade? Eu sou um poço de qualidades ambulante! Mas vejamos, sinceridade.
E seu maior defeito? Meu poço de defeito é mais fundo do que eu sendo poço de qualidades! Mas, a impulsividade.
Qual é a característica mais importante em um homem? Um pinto!
E em uma mulher? Gostar de pinto!
Qual é a sua idéia de felicidade? Hum, eu+bernardo+namorado+casa+muita grana = quase certeza de felicidade.
E o que seria a maior das tragédias? O mundo me perder.
Quem você gostaria de ser se não fosse você mesmo? Ninguém, quero ser eu, mais rica e mais magra!
E onde gostaria de viver? Numa casa de cercas brancas com labrador.
Qual é sua cor favorita? Azul.
E o seu desenho animado? Eu gosto de todos, os mais antigos.
Quais são os seus escritores preferidos? Ai chato esse troço né? Caio, Clarice, Saramago, Bula de remédio... qualquer coisa com letras.
E seus cantores e / ou grupos musicais? Ta. Cansei. Eu sou chata pra música. MPB.
O que te faz feliz instantaneamente? Dinheiro pra torrar sem me preocupar! E sexo!
Quais dons você gostaria de possuir? O de fabricar dinheiro e resolver meus problemas.
Tem medo da morte? Tenho, mas não contem pra ela!
Quem é seu personagem de ficção favorito? Serve o Calvin?
Qual defeito é mais fácil de perdoar? Não sei. Pedôo por pessoas não coisas.
Qual é o lema de sua vida? Eu lá tenho cara de quem tem lema de vida?
Qual sua maior extravagância? Sou um ser extravagante. Mas ok, ter comprado uma saia de R$ 250,00 e ter usado apenas uma vez!
Qual sua viagem preferida? Não pode ser de baseado né? Vejamos, qualquer lugar frio, com uma cabana, um vinho, uma boa cia e fondue. To feliz que nem pinto no lixo.
Se pudesse salvar apenas um objeto de um incêndio, qual seria? Objeto? Foda-se os objetos, tasco mão no Bernardo e saio correndo!
Qual é o maior amor de sua vida? Bernardo. É o único amor que sempre será incondicional.
Onde e quando foi mais feliz? Eu tenho bons momentos, com boas pessoas. Não da pra mensurar, mas... Dá pra ser no futuro?
Qual é sua ocupação favorita? Inércia!
Pensa em ter filhos? Eles vêm sem a gente pensar!
Quantos? Depende de quanto vc não pensa!
Um animal de estimação: Eu tenho, mas não queria ter.
Uma atividade física: Hum, nadismo?
Um esporte: Não é a mesma coisa do de cima?
Um prato que sabe fazer: Prato, nenhum, mas comidas sei muitas!
Uma comida que adora: Sushi!! (to em processo de abstinência até)
Uma invenção tecnológica sem a qual não vive: Telefone. Eu sou controladora sabe?
Gasta mais dinheiro com: Supérfulos.
Uma inabilidade: Desenhar.
O que não faria em nome da vaidade? Perder a identidade. Mas assim as lipos eu faria sem problema!
Uma mania: Morder os lábios, quando nervosa, brava, triste ou qualquer outro sentimento.
Uma saudade: Do meu pai. E do meu cartão de crédito.
O primeiro beijo: Foi só pra aprender pq queria beijar outro.
Então, eu não sou de passar memes, mas eu sou uma pessoa má, e porque só eu tenho que responder essas nabas? Então... Renata, Lilith e Edgar, não quero choro nem vela… (quero gozar no final – hahaha)
quinta-feira, outubro 23, 2008
Da vida.
O que querem pra vida de vocês?
quarta-feira, outubro 22, 2008
Do além.
Ontem eu tava lá toda MARA vendo TV e pensando que um dia eu serei igual a Copélia, quando toca meu celular. Peguei o celular na mão e quando vi o visor piscando com o nome de quem me ligava joguei o celular longe no impulso. O nome do pai do Bernardo, que faleceu há pouco mais de um ano, piscava na tela. Fiquei olhando aquilo hipnotizada e pensei: “Fudeu! Ta me ligando do além pra dizer que chegou minha hora”. Já tava vendo a cena: A voz dele sussurrando pra mim: “sete dias, sete dias” e fiquei lá parada a uma distância segura daquela merda de chamada que com certeza custaria uma fortuna, afinal era DDD interdimensional. Quando uma boa alma gentil da minha família me tira do transe delicadamente gritando “atende logo essa merda!”. Resolvi encarar, porque fugir do fato não iria resolver minha situação e eu tava morrendo de curiosidade de como seria uma ligação lá do lá de lá. Atendi, com a voz meio trêmula. Ao ouvir a voz do outro lado pensei “morreu e afinou a voz?”, nada era apenas a ex-mulher dele pra torrar meu saco com burocracias do inventário. Uma chatice, muito mais divertido pensar que um morto me ligava!
