sábado, setembro 12, 2009

Todas as cores do mundo

Nota:
O texto abaixo mal foi publicado e já foi plagiado: http://meuiceberg.blogspot.com/. Gostou? Ótimo! Fico feliz! Quer copiar, adptar? Tranquilo! Mas, por favor, de os devidos créditos, não dói nada! O que me irritou muito foi o fato da dona do blog não ter nem sistema de comentários, o que me impediu de dizer tudo que eu queria, e o que faz pensar, que plagio seja bem recorrente por lá!
***

Quando escrevemos, sempre há um sentimento envolvido, tristeza, dor, amor, alegria, raiva, qualquer sentimento serve, qualquer sentimento tem a necessidade de expressar, de ser posto pra fora, de dar vazão a coisa toda, de agredir a quem tem que agredir, de tocar... Essa coisa toda... Vocês me entendem. Mas como se escreve sobre o nada? Não se escreve, dirão vocês...

Exato. É por isso (e não só por isso) que ando tão quieta no meu canto. Não da pra falar do nada, não tem como externar o vazio. Mesmo que seja um nada cheio de tudo, um vazio tão repleto de coisas como o meu.

O branco é a mistura, a confusão de todas as cores, que juntas indecisas e incertas, viram nada. O meu nada é isso, é uma mistura de tantas coisas que nem sei se quero realmente externar e colocar aqui.

Minhas cores são tantas, algumas gritam, como o meu vermelho; de raiva, de ódio, de inconformismo com tanta coisa, que me descem rasgando, como os sapos que engulo diariamente porque simplesmente, neste momento, não posso fazer diferente. Então engulo, me corta a garganta, embrulha o estômago, vira vômito, enche a boca e eu engulo de novo, porque estou inerte, incapaz de fazer outra coisa.

Eu podia falar do meu rosa, podia contar pra vocês que troco olhares com o colega casado que me olha furtivamente no escritório, mas, que não tenho a mínima intenção de ir além disso, porque ele não me interessa em nada. Apenas é meu rosa, aquela coisa leve do dia-a-dia, que me mostra que to viva, que ainda tem algo aqui que atrai algo ali. Massagem diária no ego, recomendo a todos.

Nem tudo tem cor nessa confusão. Tenho meu preto. E quem não tem? Mas sempre o nosso preto parece mais escuro do que qualquer outro breu. O meu me dói, cada osso, cada músculo, e quase me convence que acabou. Me cansa tanto, que eu chego quase acreditar que esta tudo acabado, que não tem nada lá na frente, que a minha vida é essa, que eu tenho mais é que aceitar “que a vida não nos foi justa”, como minha mãe (que infelizmente só tem preto no seu nada) tenta me convencer.

E só não me convenço e aceito tudo isso, porque meu quase é verde. Verde de esperança, como toda esperança deve ser. Porque vejo alguém, que é tão diferente, mas tão igual a mim, deixando seu branco com rajadas lilás (e lilás é meu tudo de bom). Se aconteceu pra essa pessoa tão parecida, mas que tem entre o meu jeito e o jeito dela, existe um abismo, também pode acontecer comigo. Porque ela me mostra (talvez mesmo sem saber) que a gente não sabe nada das cores que a vida pinta pra gente.

São tantas cores... Meu roxo, que pra mim nunca foi de raiva, e sim de falta de ar; a gente fica roxo se deixa de respirar. Meu amarelo, apenas alguns momentos do dia, epifanias, como se me provasse que “o sol sempre volta amanhã”, mas que como toda boa epifania, sempre se vai e deixa o gosto azedo do bege, nos provando que a vida é toda momentos. E muita cheia de beges.

Meu azul, tão fraco ultimamente, mas que tenta se misturar com minhas epifanias (meu amarelo) e minha esperança (meu verde) e quem sabe resultar num azul mais forte, que dure o tempo suficiente pra se tornar futuro e que eu possa algum dia desses, quando me perguntarem como estou, responder sinceramente que esta tudo blue.

Por enquanto, tudo misturado, engolido a força, no estomago formando o nada: o meu total branco.

terça-feira, agosto 25, 2009

Um conto nada de fadas...

Bernardo lendo para mim um conto de fadas chamado "A Pele de Burro":


- Então a princesa se casa com o rei...


- Acabou?


- Sim, você não viu que eu disse que a princesa se casou com o rei? Queria que eu dissesse que foram felizes para sempre?? Não dá né! A gente nem sabe o que veio depois do casamento. E se eles não foram felizes, e se brigaram, separam... A gente não sabe! Não posso contar uma mentira...




Me pergunto: Onde enfiaram a ilusão dessas crianças? Serão elas melhores pessoas, melhores amantes do que nós somos?

domingo, agosto 16, 2009

A resposta

- Eu tenho que responder um trilhão de comentários;


- Décadas sem postar, e sem idéia alguma pra escrever algo que preste;


-Várias vezes com o dedo no del pra madar essa bagaça pelos ares, e só não fiz, pq sou muito egocentrica pra isso;



A resposta:





Quando esvaziar, eu volto.

quarta-feira, julho 29, 2009

Anormalidade



Sexta, médico ao telefone:

- Teremos que refazer o exame, o resultado foi inconclusivo.

Terça, médico ao telefone:

- Negativo para células... Mas teremos que refazer daqui a três meses, devido a anormalidades que apareceram.


Conclusão:

Até no microscópio sou inconclusiva e anormal... E eu ainda tento me entender, tsc!

sábado, julho 18, 2009

Na modinha!


Então, eu agora tenho um treco desses, Twitter, confere aqui
Renata que meu deu, para me sentir incluída e mais gente integrada.
Agora eu to na modinha!

A coisa boa? Difícil não ter o que dizer com apenas 140 caracteres, toda inspiração sobrevive. O ruim? Não é um blog, a vontade de dizer mais...

Não troco aqui por lá, mas paguei com a boca, o troço é divertido.


****

Fora isso, umas coisas por aqui pegando, e eu meio que torcendo pra Murphy ter esquecido de mim, ao menos por hora!

quarta-feira, julho 08, 2009

Parece cocaína, mas é só...*


Ontem chorei embaixo do chuveiro, abraçando as pernas. Hoje chorei no ônibus. Esses dias chorei no trabalho lendo um e-mail. Choro, choro, choro... Virei especialista em chorar sem ser percebida. Ninguém nota, ninguém percebe. E se, não comentam, e eu silenciosamente agradeço. Não da pra explicar algo que nem sei como começar. Não choro por ninguém além de mim. Mas não por mim no sentido de autopiedade, não sou disso. É só choro, pra por pra fora. Pela epifania perdida. É porque nessa porra da minha vida ando vivendo de migalhas de epifanias. É por não suportar mais isso. É por ter pedaços e não inteiros, e de pedaços já me basta eu. Porque todo mundo acha que é tudo bobagem, que sou craque em me colar, mas ninguém percebe que cada vez mais são tantos outros pedaços que não encaixam perfeitamente. É de solidão. Pelo vazio. Pelo hiato. Pelo buraco no peito. Pelo nó na garganta. É pela certeza burra de que de fato só se ama uma vez na vida. Daquela forma livre e sem medo. E pela constatação que O amor da minha vida já passou. E adquiri os medos, o desespero, os traumas. E mesmo amando de novo e de novo, é diferente, não é mais O amor, não é mais A pessoa. Nada pode ser mais. Pelo rumo que as coisas tomaram. Pela minha vida que perdi a direção, que perdi a rédea. E que não acho o fio da tal meada. Pelo desespero que a idade te traz, em vez da tal serenidade que nos prometeram. Apenasmente pelo fato de ter que me convencer de que essa coisa de amor é feita pra alguns e não pra todos. Carma, dedo podre, falta de sorte. Não interessa. Algo assim não poderia ser pra todo mundo. Se fosse pra todos, poetas estariam acabados, sertanejos não venderiam discos, psicólogos morreriam de fome, os laboratórios farmacêuticos iriam à falência sem antidepressivos, e as mulheres (tão cruéis como sempre) não teriam quem chamar de mal amada. Eu sempre gostei de filme com finais felizes, mas são os de finais tristes os mais bonitos, os mais vistos. A gente precisa de amor e falta de amor. É do ser humano. O que seria da compaixão? Então eu choro, e me encho de perguntas sem respostas e respostas afirmativas sem pergunta alguma. Constatações doem, é fato. A vida no fim dói. Eu fico vendo essa gente que me acha e me rotula tão diferente de como sou. Acho tão patético. Ninguém diria nada do que diz se pudessem realmente saber e viver o que sou. Ninguém diria que passa, que é fase, que é a vida, que sou forte, e esse monte de merda que a gente diz nos dias ruins dos outros, mesmo que de fato um dia passe, que seja fase, que a vida seja assim e que no fim, talvez eu seja forte... Porque como disse um sofredor otimista qualquer ai, não há mal que dure para sempre... Mas o que ninguém sabe é que eu sempre gostei mais de outro dito: “pimenta no cu dos outros é refresco!”


* Título plagiado do post do Ed

sexta-feira, julho 03, 2009

Me irrita

Não sei o que me irrita mais:


- Ter tirado conclusões erradas

- Terem me feito tirar conclusões erradas

- Não saber quais das duas acima é verdade


Ou simplesmente


Todos os "ses" que vão ficar suspensos sem que eu saiba se poderiam se tornar "sidos"

terça-feira, junho 30, 2009

Eu nego!


Eu confesso que queria um Edward (sim, o do livro adolescente) ácido, completamente apaixonado e eterno pra mim. Mas juro que se alguém comentar isso por ai, nego de pés juntos e de joelho no milho. (Assim como nego – aos menos íntimos- que já li 2 vezes todos os livros suspirando como uma adolescente)

Se um dia alguém contar que confessei querer uma declaração de amor de parar o trânsito, daquelas bem bregas, eu prometo que sirvo de testemunha para sua loucura.

Coitado do vivente que ao menos pensar que eu tenho desejo secreto de ser acordada com café na cama e bilhetinho romântico, eu finjo que o excluo da minha listinha de “pretes”. É eu também acho que engano alguém, com essa coisa de listinha de caras disponíveis que eu nem tenho.

Se alguém sequer supor que eu ando cansada dessa minha eterna mania de querer ler entrelinhas e esmiuçar as coisas até total entendimento. Eu faço minha melhor cara blasé e digo que isso é papo de gente rasa.

Nem pense em falar que esse meu ar de independência é carência. Que essa minha arrogância é medo. Que essa minha verborragia é insegurança que eu nego até a morte! E pra completar processo por calúnia e difamação.

E nem ouse falar em um tom mais alto que sou romântica! Eu nego!

domingo, junho 21, 2009

Das percepções


O ser humano é uma coisa fantástica... Somos tão mutantes, que apenas num espaço de tempo nossas percepções sobre algo ou alguém simplesmente podem acordar diferente. Isso depende do nosso estado no momento, do nosso objetivo ou (como Clara-Lu me disse num texto off) apenasmente da nossa urgência emocional? Cisma, carência, vontade, independência... Tanta coisa pode influenciar em cada coisa que percebemos no momento exato e que carregamos conosco até que a vida (ou o momento) nos mostre que podemos perceber aquilo de outra forma. A coisa toda pode ter cor, ser leve, ser bonita, ser esperançosa... E numa vírgula, num olhar que se cruza... BOOM! Uma sutileza, um brilho que você pergunta onde estava que não viu isso antes...

Eu não tenho as respostas, e talvez se tivesse me assustaria com sua simplicidade... Mas sei que hoje, essa leveza, esse meio sorriso, é resultado de uma nova percepção adquirida, num momento completamente despretensioso, onde só queria resolver meu tédio atual, me preocupando apenas com meu umbigo (e outras coisinhas mais). Mas ai, seja pela urgência emocional, seja pelo momento, seja apenas pelo olhar diferente sobre o mesmo tema... Ou apenas por me perguntar “porque não?” algo aconteceu.

Porque viver insistindo em coisas inférteis, apenas pra massagear meu super ego? Porque cismar até perder a paciência com pessoas que não perdem um minuto do seu tempo? Porque continuar achando desculpas onde se tem fatos? O que tem de errado em aceitar o que querem me dar sem que eu tenha que mexer um músculo, sem que eu tenha que brigar, cismar, querer, entender, perguntar, esmiuçar as entrelinhas...

Quem disse que a simplicidade da coisa dita, sem entrelinhas, sem nenhum jogo não pode me agradar? Porque não posso simplesmente reconhecer que o vi diferente do que há dois anos atrás, e realmente me assustei absurdamente comigo? Uma vez na vida não posso querer a coisa fácil que me bate a porta? Tudo tem que ser grave?

Pois é, eu simplesmente posso... Porque não?

quinta-feira, junho 11, 2009

E tua alma? Tem peso do quê?


Candice perguntou... Claríssima respondeu e me indagou a responder...


Tem o peso das palavras não ditas e das gritadas. Tem o peso da vida nos ombros. Das escolhas certas e mais ainda de todas as erradas. Pesa os amores bem vividos, os amores mal resolvidos e principalmente os amores inférteis.

Me pesa tanto, que chegam a curvar os ombros, as obrigações mascaradas como favores, a falta de delicadeza e a estranheza nesse mundo. Aquela sensação de não fazer parte, mesmo forçada a estar no meio. A solidão que ninguém vê...

As lágrimas de alegria, as poucas de dores físicas e as tantas de dores mais doloridas. Mas me pesa mais as lágrimas guardadas. A fome que não se mata com comida e o buraco que ninguém tampa.

Os pontos finais, as vírgulas que trancam na garganta, as reticências de querer dizer algo mais... O peso da incompreensão das palavras, da necessidade de ter sempre que compreender além das palavras... O que quero dizer e não posso. O que não posso dizer e digo.

A incerteza de se ter um porto, de se ter o lugar, de se ter... Algumas das certezas dessa vida, àquelas que fincam e que não se pode fugir. O que pesa alma sempre nos é meio cinza, meio tempestuoso... As cores, as felicidades, as alegrias essas aliviam a alma do seu peso.

O vazio, este tem um peso absurdo, do tipo que só quem tem consegue medir, compreender, mas nem por isso suportar. A ausência dos seus, a saudade que não pode ser morta.

Tem o peso daquelas lembranças que a gente vê em preto e branco, sonhando ter colorida, das esperanças que se esvaem. Hoje tem o peso de não se ver a luz no fim do tão falado túnel...



N.A: Pesa saber que esse texto saiu mais sombrio do que talvez saísse há uma semana atrás. No fim, o que nos pesa a alma é o momento vivido...

quarta-feira, maio 27, 2009

domingo, maio 10, 2009

Que livro você é?

Então que a Clara-Lu deu o link e sai correndo para ver que livro eu sou!


"Moderninha e solteira, ou radiante de véu e grinalda? Eis a questão da jovem (ou nem tão jovem) mulher profissional, cosmopolita e, apesar de tudo, muito romântica. Eis a sua questão! Confesse: quantas horas semanais você gasta conversando sobre encontros e desencontros sentimentais com as suas amigas? Aliás, conversando não. Analisando, destrinchando... Mas isso não quer dizer que você só questione a existência de príncipe encantado, não. A vida adulta hoje não está fácil para ninguém, como bem mostram as 100 crônicas de "Doidas e Santas" (2008), que retratam os sabores e dissabores da vida sentimental e prática nas grandes cidades."

E não é que parece comigo?


E vocês que livro seriam?

domingo, maio 03, 2009

Putaqueopariu!


Antes um aviso: Não espere lógica. Agora que já estão todos devidamente avisados...

Mas agora o cerumano, não tem uma vez que comente aqui que não seja pra criticar. Todo mundo sabe que não to nem ai pro que acham o deixam de achar. Mas tem hora que o copo transborda! Uma hora é pra dizer que se eu quero beijar não tenho que anunciar. Filho, a boca é minha, se quiser ponho até no jornal, faço leilão ou beijo pedra! Outra é pra dizer que Caio é coitado?? Ah pelo amor de Deus! O cara sofria por amor, penava com suas dúvidas, filosofava sobre a vida. Bebia, fudia, cheirava... Saca, ser humano? Assim como todo mundo? Cheio de defeitos e qualidades? Então, a diferença entre ele, você e eu, é que ele tinha uma puta de uma piração e sabia por pra fora o que muita gente não sabe ou não tem coragem... Você pode também chamar de talento! Mas claro que você nunca vai conseguir ver isso... Assim como não consegue ver que usar uma frase pra expressar um pensamento nem de longe significa que eu fico sentada chorando... Até porque quem bem me conhece sabe que só choro de raiva.

*****

Saca o maluco da evolução humana? Aquele doidão que dizia que sempre vamos nos adaptar ao meio? Então, contar pra vocês, BALELA! Daquelas coisas idiotas que eles inventam e todo mundo, por falta de algo mais inteligente pra dizer, concorda. Sou a prova viva, a experiência humana que há meios em que o ser humano nunca vai adaptar! Eu não consigo viver aqui, essa distância, esse povo, essa ignorância, esse contentamento com a vida fudida que levam... Isso não é pra mim! A palavra que traduz essa gente do cu do mundo que eu moro é conformismo. E taí uma coisa que nunca vai entrar no meu dicionário, sou a eterna inconformada. E olha, ta mais que bom assim. O dia que eu me sentar e dizer, ta tudo perfeito, me interna ou me enterra. Ou enlouqueci, ou morri!

*****

Essa coisa de não conformismo que ta me deixando meio longe de tudo isso aqui. Uma matemática simples. Trabalho de forma enlouquecida + Poucas horas de sono + Tentativa de resgate da vida social (sem muita eficácia no momento) + Algumas crises motivada pelo não conformismo = Zero de inspiração e saco.

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É isso, o pobrema é meu!

Se fosse de vocês era probrema! (A empregada do Ed que disse!)

segunda-feira, abril 27, 2009

domingo, abril 19, 2009

Te contar...

Eu preciso beijar na boca!!!


E umas coisinhas mais...


De preferência, pra ontem!



Pronto, falei!



Mas agora eu tenho 30 e todas as minhas resoluções de mulher de
30...

quarta-feira, abril 15, 2009

Das coisas sobre morar no cu do cu do mundo – “Delivery’


Eu que habitualmente já sou recordista na prova da inércia e da preguiça crônica para caminhadas, na atual conjectura de estar incapacitada de utilizar toda minha capacidade motora, ando mais vagabunda do que o normal. Do ponto de ficar meia hora com sede, apenas esperando alguém passar para que eu possa pedir um copo d’água.

Eis que há umas duas semanas perto da minha casa, aqui nesse lugar repleto de gente bonita e mega inteligente reparei que um ser, por iluminação divina, teve uma idéia que prestava. Umas três quadras de onde eu resido abriu um mercado Delivery, e eu realmente achei a idéia uma sacada de gênio, porque aqui não tem nada e o único supermercado que presta é longe. Um mercado Delivery! Pensei cá com meu umbigo que esse sujeito ia se dar bem. Anotei o telefone por comodidade típica de alguém que a-d-o-r-a caminhar com sacolas.

Eis que sábado, estava eu jogada no sofá, precisando de coisas importantíssimas, tasquei mão do telefone e liguei pro mercado:

- Delivery
- Por favor, o senhor pode anotar meu pedido?
- Diga ai moça.
- Leite condensado, creme de leite, caixa de chocolate para cobertura (eu pretendia fazer um mousse de chocolate), coca-cola, rufles, trident de morango, miojo.
- A moça vem pegar?
- Não, vocês podem entregar na Rua Fiofó, n° 136. Cundimundópoli...
- Ô moça! A gente não tem entrega não...
- ....

E eu aqui tendo esperança nessa gente!














PS: Eu sei que promessa minha não ta valendo um centavo, mas eu prometo que essa semana dou um jeito de responder os comentários...

sábado, abril 11, 2009

A prova de que Murphy me ama... Ou ... Um raio cai duas vezes no mesmo lugar.


Então que eu ando mancando por ai. Obra de Murphy e culpa da boca, boca aberta minha. Cai (sou bondosa comigo mesmo, porque na verdade eu me espatifei no chão, como uma jaca) duas vezes no mesmo lugar, num intervalo de 1 hora. A primeira vez, tive sorte e meu pé ficou apenas levemente dolorido. Mas como sou uma pessoa nada desastrada e afobada me esborrachei de novo no mesmo lugar (que estava encerado, o que isenta parte da minha basbaquice), o que fudeu geral com meu pé. O primeiro tombo foi sem platéia, o que me livrou de um mico total, o segundo tive que contar com a cara de piedade (e de riso contido) do supervisor administrativo que viu tudo.

Tentei segurar a onda e continuar andando em cima do meu salto, mas às três da tarde meu pé parecia explodir na sandália, e juro que se não tivesse em público, caia no choro com direito a gritos de “ta doendo”, mas apenas admiti que precisava ir ao médico.

Médico gatinho, com jeito estressadinho, e eu lá fazendo cara de durona, que durou apenas 1 minuto, pq quando ele apertou meu pé eu gritei de dor. Raios-X e o escambal todo, médico gatinho: “boa notícia, não quebrou... má noticia vou imobilizar mesmo assim”. Nem pensar doutor, nem por esses teus olhos cor de mel, e esses cachinhos. Não pode, eu tenho que trabalhar, eu preciso caminhar, sem chance de ficar de muleta e bla bla bla bla bla bla...

Resultado, tendões torcidos, R$ 110,00 mais pobre, por conta da compra de uma bota ortopédica. Sou a prova de que um raio cai duas vezes no mesmo lugar...

Consolo? Eu volto a ver o médico gostozinho com olhos cor de mel e cachinhos na quarta-feira.

segunda-feira, abril 06, 2009

Alguém anotou a placa?

Exausta, completamente exausta. Semana passada fui a São Paulo, apenas 5 horas na capital paulista, desculpe se não liguei pra ninguém, um dia em Santa Catarina e três dias em Curitiba, onde só vi o hotel, a empresa e um bar chamado Peggy Sue (ou algo assim, o legal é o nome do bairro, Batel!), porque minha gente, meu sobrenome é trabalho! No intervalo disso tudo, eu trabalhei. Se no fim-de-semana eu não estiver como nesse último (pensem em uma pessoa acabada!), prometo que venho com algo decente e visito vocês!

sábado, março 28, 2009

Resumo da Semana

Agora é assim gente, resumo da semana. Vai ser impossível passar aqui com a regularidade de antes. Trabalhando, trabalhando muito, nem tempo de pensar em msn, orkut, blog... Uma loucura, over produtiva. Bernardo de braço quebrado, quebrou quinta na escola e ta achando a coisa mais legal do mundo, quero ver daqui a quatro semanas, prazo do médico para retirar o gesso. Precisando emagrecer urgentemente, fui experimentar as minhas roupas de inverno e quase cavei um buraco pra me enterrar em desespero, ou enriqueço ou emagreço, refazer guarda roupa agora não dá. Bem, se eu enriquecer eu refaço meu corpicho e não o guarda roupa! Hoje teve sessão mulherzinha no salão, unhas, depilação, acabei fazendo uma progressiva, ta liso escorrido, mas semana que vem conto o resultado depois da lavagem (ai tão mulherzinha cuti cuti esse papo). To trabalhando como uma mula, correndo como uma cadela, mas há tempos não me sentia tão bem. Pra fechar com chave de ouro precisava de uns beijos na boca... Mas essa fase mulher de trinta super resolvida não me deixa beijar qualquer boca, então tem que ser Aquele ser que se materialize na minha frente... Eu sento e espero...


Resumo sem menor importância, mas altamente relevante pra encher linguiça:

Gente do céu alguém me explica o que é aquele Rodrigo Lombardi?? Que Márcio Garcia o que! Eu chamo de meu marido e vaca todo dia antes dele sair casa! Fora isso, essa novela ta um c*! Dá pra perder a semana toda e nada muda.

Agoraaaaaaaaaaaaaaaaa! Nesse minuto no BBB o Marcelo Antony servindo de motorista pra Josi, me abana! Eu troco o Raj e a vaca santa por ele! O homem bom cacete!

Deu meu estoque de assuntos pra encher linguiça nesse blog se esgotou, gastando muito a mente pra aprender trocentos sistemas pra trocentas coisas que preciso fazer durante o dia, sobra nada de espaço pra usar em futilidades!

quarta-feira, março 25, 2009

Enfim, VINTE E DEZ!

Então que há exatos 30 anos
Com as pernas pro ar
E de cabeça pra baixo
me trouxeram pra esse mundo louco!!



Foi inevitável, enfim, VINTE E DEZ!